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O Destino de Meson nui

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Guiler717
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MensagemAssunto: O Destino de Meson nui   Qua Fev 20, 2008 8:31 pm

CAPÍTULO UM:
Em Busca da Máscara dos Portais


Parte 1: Viagem á ilha selvagem

Em uma ilha isolada, chamada de Meson nui...
Quatro toas deixam a cidade de Ga meson, e vão em direção ao oceano, muito temido pelos matorans de lá. Em um veículo submarino altamente veloz, os quatro toas, que são:
Hupanqui, toa da terra, Takhan, toa do fogo, Lemak, toa do ar e Aplok, toa da pedra, estavam falando sobre seu destino, a ilha selvagem de Jahua nui, que guardava um segredo, recentemente descoberto. Aplok escuta um barulho na cauda do veículo. Os toa então partem para investigar.
Lá, Lemak encontra o Le Matoran Itzamna, que logo revela se aos toa. Sem ligarem muito para o matoran, os quatro toa finalmente chegam á ilha. Após a vista da ilha selvagem, Takhan, o líder, divide a equipe em: Takhan e Aplok vão procurar a máscara na floresta, enquanto Itzamna, Hupanqui e Lemak vão para as montanhas. Na floresta, Takhan permanece se invisível, enquanto Aplok se permanece atento, devido ao clima hostil. O plasma venenoso escorre no subsolo enquanto as árvores vão se encurvando para baixo. É o sinal de que alguém passou por lá, talvez pelo mesmo motivo que os toa...

Parte 2: A Máscara dos Portais

Caminhando exausto no meio da floresta, Toa Aplok diz ao seu líder, Takhan:
-Oras, Takhan, estamos caminhando a horas e ainda nem sinal do que estavamos procurando, e outra coisa, por que está usando seu poder de invisibilidade, se não parece que há algum inimigo aqui?
Takhan, responde:
- Tenha paciência, Aplok, por que a Máscara dos portais, que possui o caminho para todos os portais de tempo, dimensões e universos, está aqui de acordo com as lendas. E enquanto a minha invisibilidade, acho que esta ilha foi visitada recentemente.
Aplok, então percebe o estranho silêncio, que é logo interrompido por um barulho vindo de cima.
-Abaixe-se! Exclama Takhan.
Aplok se esquiva de um golpe de Phearox, um ser deformado da floresta, conhecido também em Meson Nui.
Takhan diz então:
-Phearox! Ele deve estar buscando pela máscara!
Aplok então, rapidamente contra ataca e diz ao Phearox, buscando por respostas:
-Olha, criatura, se é a máscara que está procurando, acredite que ele ficará melhor com os toa!
Em uma voz tenebrosa, Phearox diz:
-Toa, vocês me tratam como um rahi, porém eu pelo menos sei onde está a máscara, seus insignificantes!
Takhan ameaça atirar seu disco de fogo, e diz:
-Não sei por que você busca a máscara, porém acredito que não é para ajudar os matorans!
Velozmente, Phearox se esquiva dos toa e voa para as montanhas...
...Onde estaria a máscara?


Parte 3: O erro dos toa


Nas montanhas geladas acima das quentes florestas de Jahua Nui, dois toa e um Matoran buscam por uma máscara, a máscara dos portais, que decidirá o futuro de sua distante ilha, Meson Nui. Acima de um templo congelado, Toa Lemak diz ao toa Hupanqui:
-Hupanqui, a história não nos contava que a máscara dos portais se iluminava de noite? se for verdade, ela não está nestas montanhas.
Hupanqui responde: Talvez esteja, debaixo das montanhas, na floresta em que Takhan e Aplok estão procurando.
O matoran Itzamna, escuta um barulho e velozmente pula para ver o que aconteceu.
Uma voz forte diz:
-O que? mas como assim, Phearox, Toas nesta ilha?
O estranho Phearox diz ao ser misterioso:
-Não se preocupe líder, são poucos, e não sabem onde está a máscara
Tentando estar o mais sigiloso possível, o matoran Itzamna ouve com atenção a conversa.
Até que por um erro de Lemak, Phearox e seu líder encontram o matoran e o toa:
-Então vocês dois estão buscando a máscara dos portais? Eu tenho uma notícia a vocês, a notícia é que chegaram tarde demais!
diz Camzotz, líder dos Clanaki, grupo de ex-Dark hunters que Phearox pertence.
Lemak então, chama com o seu poder, muitos pássaros Gukko para distraírem a atenção dos Clanaki, enquanto junto ao Matoran, voa entre as nuvens. No Caminho, Hupanqui os chama, e então com uma voz séria diz:
-Lemak, Itzamna, precisamos encontrar Aplok e Takhan, pois nós fomos enganados e precisamos sair desta ilha. Alguém mexeu nos arquivos do computador central de Meson Nui, a máscara não está aqui...

Parte quatro: Saindo de Jahua nui

Lemak, Itzamna e Hupanqui então, voam velozmente mas ainda silenciosamente até a floresta úmida de Jahua Nui, em busca de Takhan e Aplok, que ainda estavam procurando pela máscara. Takhan, ao ouvir um barulho descendo, avisa ao toa Aplok:
-Cuidado, Aplok!
Aplok se desvia e então, segundos depois, Eles vêem o que era: Camzotz, líder dos Clanaki, que diz:
-Ora, mais toas? eu devia presumir que vocês são lentos demais!
Takhan, desinformado, diz:
-O que, Camzotz? aposto que também busca a máscara dos portais, mas o que quis dizer com toas, vocês são lentos demais?
Interrompendo Takhan, Hupanqui chega á floresta e usa seu poder de magnetismo para afastar Camzotz de perto dos Toa. Camzotz cai em um rio, então Aplok diz:
-Hupanqui, Lemak, Itzamna, o que está havendo?
Lemak responde:
-Falo depois, não há tempo!
Então os cinco voltam á praia de Jahua Nui, e vão para o seu veículo submarino mais uma vez...

Parte 5: Retorno á Meson nui

Em seu veículo submarino, os quatro toas e um matoran, estavam completamente decepcionados com o engano sobre o local onde está a máscara dos portais. Porém aind lhes vem a mente: Quem poderia mexer nos arquivos de Meson nui e enganar os toa?
Terra de novo. O veículo sobe á superfície, então os quatro toas e o matoran saem do veículo. Rodeado de cerca de mil matorans, Takhan diz á todos, logo após sair do veículo:
-Nós fomos enganados! Alguém em Meson Nui nos enganou!
Então os matorans, preocupados, tentam encontrar o culpado, até que são interrompidos pelo toa do gelo, Svakron:
-Não adianta procurar pelos culpados, matorans! eles estão entre vocês!
-Quem seria?
disse o Ko Matoran Ofihek.
Então Hupanqui responde á todos:
-Que matorans iriam fazer isso á um toa, além da rebelião?
No meio da multidão, cinco matorans são alertados e correm para a direção de Onu Meson. Os vendo, Svakron diz ao Hupanqui:
-Foram aqueles cinco matorans
Hupanqui responde:
-Eu soube. Eles não tem motivos para se rebelar contra os toa. Eu mesmo cuido deles.
Partindo para Onu Meson, Hupanqui deixa os outros toa, em Ga Meson...

Parte seis: Os toa Iluvika

Na cidade de Ga Meson, Toa Svakron e Toa Lemak convocam vários outros toa de Meson nui em uma reunião para decidir quais toas iram partir na nova missão em busca da máscara dos portais, que recentemente foi localizada, na ilha de Iluvi nui. Enquanto isso, Toa Hupanqui recebe a notícia de que a rebelião matoran deixou a ilha de Meson nui, exceto por Ofihek, um Ko Matoran que se rendeu aos toa e está atualmente no coliseu de Meson nui. Após muitas horas, Svakron fecha a reunião, e havia se decidido que os toa: Raalih, da água; Alfanuva, da luz; Omega, do fogo; Akee, da terra; Korark, do gelo; e Apolan, da pedra, seriam os toa que iriam partir para Iluvi nui, então passaram a ser chamados de toa Iluvika. No porto da província de Ta Meson, os toa Iluvika vão a bordo do veículo submarino toa até seu destino. Enquanto isso, Lemak e Svakron discutem:
-Será que a rebelião Matoran estava aliada a algum inimigo dos toa? diz Lemak
-Não conocordo. Mas logo saberemos pois o matoran Ofihek deixou a rebelião. diz Svakron. Entrando na conversa, aparece Toa Bydurak, do ar, e diz:
-Acho que simples mutações naqueles matorans não são motivos o suficiente para se rebelar contra os toa. Além do mais, os responsáveis por aquelas mutações também são nossos inimigos.
-O que está querendo dizer, toa Bydurak? pergunta Svakron.
Então, depois de um pouco de silêncio, Lemak interrompe:
-Quer dizer que a mutação daqueles matorans se deve a um veneno que mudou a mente deles?
-Não, talvez seja pior. Ofihek também foi atacado, mas mesmo assim deixou a rebelião. Talvez estivessem escondendo algum segredo. Diz Bydurak.
Mas, Svakron diz pouco tempo após Bydurak:
-Que segredo? de qualquer jeito, acho que Ofihek nos contará tudo. E isso não é lá muito importante, devemos nos voltar á máscara dos portais...


Última edição por Guiler717 dia Dom Ago 03, 2008 8:49 pm, editado 4 vezes (Razão : adicionei os capítulos 2,3,4,5 e 6 e também os links no brickshelf dos personagens)
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Sab Abr 26, 2008 9:03 pm

que história legal, cara
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Guiler717
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Seg Maio 05, 2008 10:25 pm

Obrigado, estou para fazer mais uns capítulos. Há também minhas criações dos personagens desta história, neste link:
http://www.brickshelf.com/cgi-bin/gallery.cgi?f=295301
Alguns ainda não apareceram na história e outros eu ainda vou fazer umas modificações.
E aqui há mais:

CAPÍTULO DOIS:
A Ilha de Iluvi Nui

Parte 1: O fogo de Mavolk

Os cinco corajosos Toa Iluvika, vindos de Meson nui por ordem do alto conselho Toa , já chegaram em Iluvi Nui, para sua missão em busca da máscara dos portais. Liderados por Toa Omega, os Iluvika observam bem as encostas do oceano na ilha, antes de dar qualquer passo. Apolan logo diz á equipe:
-Vamos logo, sem mais cautela. Não se preocupem com os Rahi perigosos, mas é que Omega, o nosso líder, tem o poder de detecção, não é? Ele pode muito bem saber onde está a máscara! Vamos logo com isso!
Então Omega rapidamente responde:
-Mesmo assim, qualquer cautela ajuda. E você sabe se aqui existem apenas Rahi?
Em silêncio, Apolan se aproxima de um lago próximo, e acena para a equipe continuar andando. Alfanuva, toa da luz, vê Apolan e lhe diz:
-Apolan! O líder disse que localizou uma fonte de poder!
-A máscara?
diz Apolan, entusiasmado com a idéia.
-Talvez, não sejam apressados em suas conclusões.
Responde Raalih.
Enquanto caminhavam ao Norte sem sequer saber por onde andavam, os Toa Iluvika avistam uma região hostil, com pedregulhos e riachos de fogo puro, que cada vez parecia mais perto, até que:
-Olhem!
Diz Omega, apontando para um pico, muito longe dali.
Quase que amedrontados, os Toa Iluvika correm para lá, mas mesmo sem saber o que os aguardava, já vão se armando, com todas as suas efetivas armas.
Então, depois de ver que o pico era na verdade um vulcão, Alfanuva tenta subir, mas fica intacto após ouvir uma voz:
-O que querem na montanha Mavolk, estrangeiros?
Omega então, ao pé do vulcão, responde:
-Explorar, só observar e pesquisar.
-Ha! Ha! Ha! Ha! Quem você pensa que és para me enganar, Toa? Eu vos conheço! Sabes quem eu sou agora, não?
Diz uma voz meio forte, do pico do vulcão, ecoando pela planície.
-Não?
Responde mais amedrontado agora, o Toa Omega.
Então tudo se cala, só se houve o barulho da lava escorrendo pelo vulcão, os Toa apenas sabiam que era mais um inimigo....

Parte 2: O ataque sônico do Ko Matoran

Omega esperava o estranho ser branco parar de correr em volta do vulcão, e então ele diz:
-Basta, se você nos conhece e não o conhecemos, Revele-se!
-Calma aí, Toa! Eu primeiro vos dou uma dica, eu fui um Ko Matoran!
Diz enquanto corria em volta do vulcão, e isso já era o suficiente para fazer Omega ficar enraivecido, ele diz então novamente:
-Revele-se!
-Ha, Ha, Ha! Por que?? Um inimigo se revelar? Isso não é inimizade!
Responde novamente, enquanto ria do líder Toa.
Ao ver a situação, Toa Alfanuva, da Luz, joga um raio de luz fortíssimo que reflete no trajeto do sujeito, enquanto ele corria.
Ele foi acertado, e já meio que inconsciente, ele se depara com a espada de luz do Toa, estava sendo ameaçado:
-Omega mandou você se revelar!
dis sériamente o Toa Alfanuva.
-Eu já fui um Ion Hunter da Ordem de Apukon.
E se cala novamente, o estranho.
-REVELE-SE!
Diz Alfanuva, perdendo a paciência, e quase enfiando a espada de luz na garganta do desconhecido inimigo.
-Eu, sou...
...Sonikolf!
Quando diz o seu nome, Sonikolf chuta Alfanuva, que quase despenca do vulcão, então Sonikolf se dirigia para o topo. Tentando impedi-lo, Akee, toa da Terra, e Aploan, Toa da Pedra, atiram com suas armas a laser, raios contra ele, mas ele os arrebata. Quando Sonikolf se vira para a direita, Raalih havia atirado um fortíssimo jato d'água, mas de nada adiantou, os fortes raios sônicos que ele emanou com sua espada foram o suficiente para dispersar a água, e esta nem sequer tocou na lava que transbordava.
Mas então, quando finalmente Omega o alcança, Sonikolf lança o seu Rhotuka spinner sônico ao vulcão, e a lava explode com força, o vulcão edstava em erupção.
Omega tentava controlar o fogo, enquanto Raalih esfriava a lava com a água, e Akee e Apolan tapavam o buraco com a terra, pedras e cinzas que manuseavam. Açfanuva seguia Sonikolf, que corria velozmente ao chão. Ao estar próximo, Sonikolf desapareceu, mas Alfanuva havia encontrado uma porta, e lá estava escrito:
"Eis a base dos Clanaki. Afaste-se, Murdika, ou senão será banido pelos nossos poderes".
Quando a erupção parou, os cansados Toa Iluvika haviam se encontrado naquela porta, e haviam descoberto os objetivos daquele conhecido, Sonikolf...

Parte 3: A inscrição da tumba

A estreita porta, quase coberta toda de uma teia de Visorak, já era o suficiente para deixar os Toa Iluvika preocupados. Alfanuva seguia em frente, iluminando o caminho com um pouco de seu poder elementar, até que toda a equipe chega a uma sala iluminada por tochas e fogo nas paredes.
-O que nos espera agora?
pergunta Apolan.
-Ninguém sabe, mas se o Sonikolf é um Clanaki, e ele nos atacou, é por que há mais um Clanaki por aqui, e este talvez seja mais poderoso, e não nos queira por perto.
Responde Omega, atencioso ao fogo que cruzava a vasta sala, de parede a parede.
Omega logo usa seu poder elementar para passar, e adverte de Raalih não usar seu poder de água, pois alguém, se é que alguém estivesse á espreita, poderia notar a escuridão. Ao caminhar até o centro da sala, Alfanuva diz, assustado:
-Olhem! O que é isto?
-Silêncio, vamos falar mais baixo!
Adverte Akee, após olhar uma grande tumba retalhada em pedra, com forma retangular e com detalhes quase apagados, mas com notáveis pedras amarelas em volta.
Ansiosos mas com um certo medo do desconhecido, os Toa Iluvika encontram uma inscrição:
"Aqui jaz o grande Toa Praduk, Herói de Meson Nui, Inimigo inquestionável dos Murdika, protetor dos Matorans".
Calados, passa pela mente dos Iluvika um ar de questões, o que fazer? abrir a tumba? sair? Estavam parados. Mas o silêncio se quebra, quando Apolan diz:
-Ótimo! Um Toa já morreu aqui! E nós estamos á espera!
-Pare de ser pessimista, Apolan! Este Toa foi muito antigo pelo que parece! Combateu os Murdika! E mais, não seremos os próximos! Se ele tem uma tumba, é por que um Matoran ou Turaga fez, aqui residem Matorans e Turagas!
Diz Raalih, quase que perdendo a paciência.
E após ler muitas vezes a mesma inscrição, Omega diz:
-Bem pensado, Raalih, mas o que acontece é que desde a costa da ilha, não vimos nenhum matoran. Por isso, somos nós cinco os únicos que podem nos ajudar. Então, sem mais nenhuma delonga, vamos buscar a saída.
Quietos novamente, os Iluvika procuram qualquer saída, e Omega encontra:
-Vamos!
É a única palavra que ele diz ao encontrar, pois naquele lugar terrível qualquer um inimigo desconhecido pode estar a espreita. Os quatro Toa caminham ao portão de pedra, mas Alfanuva continua...

Parte 4: O misterioso grande espírito

Alfanuva estava ainda observando a tumba, e de repente ouve um barulho:
-Arghh! Quem está aí???
-He he he, um Toa não devia se assustar com um barulho, cadê a sua coragem, Alfanuva?
Responde o Toa do gelo, Korark.
-Korark! você então saiu do veículo, onde estava desde o início da nossa viagem?
Responde Alfanuvam aliviado por ser um conhecido.
Antes mesmo de Korark responder, a tumbasolta um gás e poeira para cima dos dois Toas:
-Cof! Cof! O que você fez?
Pergunta Korark, e Alfanuva logo responde:
-Eu estavasó tirando o pó!
Então a poeira acaba, e ambos vêem a iluminada tumba de Praduk, por dentro.
Korark desta vez fica surpreso:
-Será que deveriamos sair? sabe que além de horarmos os Toas em sua urna funeral, e não abri-la, devemos primeiro saber se não há nenhuma maldição.
-Está com medo?
Diz Alfanuva, rindo baixinho.
-Alfanuva!
Grita Raalih, que volta á porta daquela sala cavernosa.
-Raalih! Os outros Toas devem estar preocupados! Vamos Alfanuva!
Adverte Korark ao Toa Alfanuva, enquanto este examina a tumba.
Surpreso ao ver que o Toa é na verdade já um Turaga, Alfanuva estava indeciso entre sair e ficar, mas ele pega uma "lembrança", a espada do fogo antigo de Praduk.
Reencontrando-se, os Toa Iluvika se reúnem numa sala fracamente iluminada por uma fenda ao teto, onde Omega diz:
-Parece que estamos próximos! As paredes bloqueiam um pouco da minha concentração na detecção, mas...
-Toa! Não posso deixar que todos passem! Minha energia é pouca, e se quiserem encontrar seu destino vão ter de me entregar este pedido!
Ecoa uma forte voz que interrompe a fala de Omega. Quem disse isso? O que fazer?
Logo a voz fala uma vez mais:
-Como podem ver, a sala não tem portas! As paredes são habitadas por espíritos maléficos dormentes, e a parte mais iluminada é esta rampa que vocês vêem no meio! Se quiserem passar para a sala final e achar a máscara dos portais, sucedam as suas expectativas sobre o meu necessário e humilde pedido!
-Desculpe-nos, mas qual o seu pedido, ilustre senhor desconhecido? E quem é você?
Pergunta Omega, meio cabisbaixo, mas com forte coragem na fala.
-Sou um grande espírito! E sou mais velho que o próprio Mata nui, um dos regentes deste universo. E o meu pedido, é a energia de algum de vocês.
Em silêncio, os Toas se preparam para o destino.
-Eu Vou!
Diz Korark, caminhando para a rampa...

Parte 5: O espírito Huviluh

Korark partiu para a rampa, onde havia uma única luz naquela caverna, que passava por um pequeno buraco. Os outros Toa estavam com medo e ao mesmo tempo surpreendidos, mas sem dúvida, estavam com muitas dúvidas sobre o que estava ocorrendo. Se recordando das palavras do grande espírito, Omega diz ao resto da equipe:
-Ele vai se sacrificar. Para continuarmos a buscar a máscara.
E ia mesmo se sacrificar, pelo que disse o grande espírito, passariam por ali com alguém sem energia vital, até que Akee se lembra da inscrição da porta da caverna:
"Eis a base dos Clanaki. Afaste-se, Murdika, ou senão será banido pelos nossos poderes". O suficiente para descobrir o óbvio:
-Korark! Não!!! Este não é um grande espírito!! Não dê vida a um inimigo!!!
-O quê? Quem é ele se não o vemos e ele nos diz telepaticamente? Está maluco?!
Diz Raalih, até que Apolan empurra Korark para fora, e então o vê no chão, congelado. Estava morto. Tarde demais para se tocarem que lhe davam com um inimigo.
Furioso e ao mesmo tempo triunfante, o "Grande espírito" diz á todos:
-Não sou um grande espírito? Estão se voltando contra mim? Se não são do meu grupo, vão para a morte!
Tal advertência gelou a consciencia de Omega, o líder, até que Alfanuva vê fantasmas saírem das paredes em busca deles. Era os "maléficos espíritos dormentes", como dizia o "grande espírito". Mas na verdade eram os espíritos de todos os que morreram ali, só que havia um problema, Korark não estava entre os espíritos.
O suficiente para Raalih se apavorar e dizer:
-O que houve com o Korark? ele se perdeu para sempre?
-Calem-se! Há esperança! Eu vou carregar o Korark para a próxima sala, e vocês vão comigo!
Diz Akee, sériamente, até que Omega diz, tendo suas dúvidas:
-Espere ! Como faremos isso, Akee? Está achando que manda aqui mesmo sem saber o que fazer?
-Sem saber?! Precisamos pensar! Se os espíritos nos impediam de passar á próxima sala, e agora estão vindo nos atacar, basta fugir! E raalih tem o poder da máscara de atravessar paredes! Se todos nós nos interligarmos, passaremos juntos!
Calado, Omega une a equipe, que passa pela parede com o poder de Raalih, e levam o Korark congelado, por ordem de Akee.
Ao passarem, uma energia desce sobre os seis na próxima sala, os transformando em um Toa kaita, habitado pelo espírito Huviluh, antigo espírito da guerra.
O poderoso Kaita se aproxima de uma sala bem iluminada, adornada por esqueletos e focalizada por um trono.
De lá, a mesma voz do "grande espírito" diz ao kaita Huviluh:
-Impressionante! me desbancaram, não sou um grande espírito como devem saber, sou um Clanaki, Malvek é o meu nome.
-Trapasseiro! tirou a vida do meu irmão!- Diz Huviluh, a união de todos Iluvika em um.
Então, Malvek ri-se ao dizer:
-Trapassa não, um golpe genial. E que tal expressar sua raiva, em uma batalha? Não pense que estou em desvantagem, tenho dois ao meu lado.
Rapidamente, Malvek se vira e ao lado dele aparecem o Sonikolf, seu "guarda costas" e o reanimado turaga Praduk. Huviluh se vira, e então se prepara para sua batalha mais importante...

Parte 6: Fogo branco

Huviluh se depara com três inimigos, aqueles que estão contra sua vontade, mas que compartilham uma batalha. Com seu tridente de luz, Huviluh ateia raios ao redor de Sonikolf, mas este emite raios sônicos que lhe quebram a barreira, e atravessa a dura armadura de Huviluh.
O silencioso Kaita é mais uma vez acertado, pela foice de Malvek, que apodrece a arma do Kaita. Quase caído, o Kaita Huviluh então escuta a voz interior de Omega:
-Salve um aliado!
E logo o Kaita Huviluh percebe que seria o turaga Praduk, reanimado. Ao se levantar, Huviluh derruba Sonikolf e ataca Malvek, porém o cajado de Praduk usa o poder elementar da pedra para romper a armadura de Huviluh mais uma vez, arremessando fortemente a pedra por sua frente.
Huviluh cai no chão, mas ao se aproximar, uma luz afeta a visão de Malvek, os Clanaki haviam abatido um kaita, mas este se dividiu de volta nos seis Iluvika, trazendo Korark, já novamente vivo.
O kaita Huviluh era uma distração, com a energia dos seis em um só, Korark ganharia vida nova após a divisão.
-Bem pensado, mas vou dar cabo facilmente em vocês, unidos ou não! -Ameaça Malvek-.
Logo Omega e Alfanuva unem o poder de suas espadas, e um fogo branco toma conta da caverna, até que Akee diz:
-Vocês vão acabar destruindo tudo! Se continuarem aí nós vamos morrer!
-Não! Evacue Raalih, Korark e Apolan para fora da caverna!
Responde Omega, mas ao Akee e os outros três toa partirem para a saída, Sonikolf lhes derruba, e acabam presos por uma fenda na parte mais profunda da caverna. Não tinham como sair, mas Sonikolf acabou caindo junto, e ambos ficaram lá presos, esperando pela caverna cair.
Malvek e o reanimado turaga Praduk, sob seus comandos, observam o escudo feito de fogo branco, que não parava de crescer.
Logo Malvek lhes pergunta:
-Oras, Toa! Querem me derrotar? Se fizerem isto vão acabar chamando inimigos mais fortes do que nós? Vale pena morrer mais cedo para seus amigos morrerem mais tarde?
-Vale! Não acredito que iremos morrer tão cedo! Responde Alfanuva.
-Que pena! Só tenho a dizer que vou me ir. Tchau!
De repente, Malvek e o Praduk saem para um portal aberto com sua sinistra foice, eis que o portal se fecha, mas os dois toa acabam sem conter o seu crescente poder.
Depois de uma hora, era o suficiente para uma explosão, mas foram neutralizados estranhamente por algo que pairou por cima. Chegam então os maiores temores dos Iluvika, eis os Murdika!!
...
_________________
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Última edição por Guiler717 dia Qua Ago 27, 2008 12:12 am, editado 2 vezes (Razão : adicionei os links de alguns personagens novos e corrigi uns erros)
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Qui Jun 19, 2008 8:43 pm

CAPÍTULO TRÊS:
A invasão dos Murdika

Parte 1: Finalidades diferentes, objetivos iguais


A caverna estava para desabar, mas algo passou a segurá-la. O que era, nenhum toa Iluvika sabia no momento.
Ao ver que as pedras pararam de cair, Apolan usa o seu poder elementar para se livrar de sua equipe, e acabam por ver algo muito estranho.
-O que é aquele ponto vermelhho iluminado no fim da caverna? -pergunta Korark-
-Me parece um sinal da máscara dos portais -responde Raalih-, enquanto Akee corria, até que algo para sobre cima:
-Toa? Não sei se nos conhecem, mas nós sabemos que nem de lnge queriam nos conhecer! -diz Narzag, general de uma facção Murdika-
-O que? Um Skakdi? Sem problemas, nós vamos derrotar você fácil e acharemos aquilo que procuramos. -diz Apolan-, até que por trás dele aparece mais um Skakdi, Martik Nor, que diz:
-Quem disse em lutar? Se querem isso, ok, preparem-se para falhar em sua missão.
-Não. Não iremos lutar, Martik Nor. Iremos passar por eles como se nos fossem nada. Diz sériamente o Skakdi Narzag, até que aparece Omega, ao se levantar das pedras:
-Não menos preze nossa equipe. Somos os Toa Iluvika, e viemos de Meson nui com um objetivo a cumprir. Não vamos falhar mesmo.
-Que seja, não vamos lutar mas vamos passar por vocês, até cumprirmos o nosso objetivo nesta ilha.
-E qual é?
-Encontrar uma máscara.
Então Omega pensa um pouco, e os vê como inimigos, por quererem o mesmo poder que os Iluvika buscam, a máscara dos portais:
-ATACAR!! -grita Omega, enquanto todos os Toa Iluvika unem seus poderes elementares contra a facção dos Murdika liderada por Narzag-.
Os raios vão com força total para cima daqueles Murdika, mas um simples movimento de um Skakdi Murdika, chamado Hakrohrak, os desvia contra os próprios toa Iluvika.
O impressionante impacto faz Omega sentir medo, e este desvia do golpe, que pega em cheio aos seus companheiros:
-Por que nos fizeram isso? Queremos a máscara para ajudar os matorans, libertá-los da opressão de seus inimigos? Por que estão a fim de nos impedir?
-Oras, toa, por que nós iriamos querer ajudar os matorans? Quando podemos nos garantir com essa máscara? -diz Hakrohrak-
-Vocês, Murdika, pelo que parece são maus, buscam a máscara por seus próprios objetivos! E não estão nem aí para os matorans!
-Você é muito ingênuo. Até que ponto somos maus se vocês ta também querem usar para seus próprios objetivos? E o que há entre proteger um matoran e atacar alguém como eu? É melhor parar de ser tão burro -diz Narzag-.
Quieto e meio sem entender nada, Omega fica "congelado", enquanto os oito Murdika que lá estavam passam a caminhar para dentro do vulcão.
-Parem-os!! -grita Apolan, enquanto este e os outros Toa Iluvika atacam novamente, combinando seus poderes e canalizando-os com suas armas.
E mais uma vez a tentativa fora equivocada. Narzag usou um simples toque com seu poder de telecinese e parou os raios elementares no ar.
Observando, os Iluvika estavam intactos, quando o Skakdi Murdika Omeduk usa de seu plasma para capturar todos os toa em uma prisão...

Parte 2: A facção Murdika

Os Murdika passaram facilmente por aquela parte da caverna, enquanto os toa Iluvika mal passavam pela prisão de plasma feita pelo Omeduk. Os oito Murdika daquela facção (Narzag; Martik Nor; Hakrohrak; Omeduk; Firiska; Plasmakna; Graveka e Tizkhan) são muito poderosos, e como qualquer Murdika, ambos vão adquirindo um poder e o evoluindo de acordo com as missões que cumprem, pela ordem de seu líder supremo, desconhecido ainda por muitos toa, inclusive os Iluvika.
Narzag é o líder da facção, e possui o poder de telecinese, nasceu matoran mas foi transformado em Skakdi por seres desconhecidos, e logo se afiliou á liga Murdika.
Omeduk foi um Skakdi nativo de Zakaz, mas que passou a maior parte de sua vida em Manglapronn, como um prisioneiro da liga Murdika. Ao desenvolver o seu poder sobre o plasma, este logo foi aceito pela liga Murdika.
Graveka não é um Skakdi, ele veio de um espaço desconhecido, e é um ser simbiótico com poder de tomar vários corpos, é praticamente um spine slug. Ao conhecer a liga Murdika ele logo se tornou um dos mais habilidosos com seu poder.
Tizkhan conheceu Cemeterix, o antigo líder da liga Murdika, e viu com seus próprios olhos o atual líder da liga Murdika e Narzag (líder desta facção) o derrubando. Ele é um dos que mais busca ordem na liga, e tenta usar seu poder de ilusão mais ao seu favor do que ao favor de sua liga.
Martik Nor foi o Skakdi que liderou a espécie Martikhul na ilha de Isengel, junto á Plasmakna. Quando foi descoberto por um Makuta da região, ele se afiliou á esta ordem até que foi enganado, então ele e Plasmakna perderam o seu poderoso reino. Sedentos por vingança, Martik Nor e Plasmakna adquiriram o poder de envenenar, e agora são parte da liga Murdika.
Hakrohrak foi um Skakdi nativo de Manglapronn, quando os continentes estavam em formação , e a organização chamada "Mão de Aporak" lhe forneceu o cargo de líder dos Skakdi de Manglapronn. Mas cedeu este título para os Murdika em troca de proteção contra os Makuta. Firiska também era nativa de Manglapronn, mas é de uma outra espécie, que teve de se aliar aos Murdika. Ambos adquiriram o poder de jogar rajadas com a mente.
Enfim, esta poderosa facção estava a ponto de encontrar a máscara dos portais e a utilizar para que o poder de seu líder crescesse sobre qualquer território.
Já os toa Iluvika, para se libertarem do plasma, tiveram de usar fogo e pedra, mas conseguiram finalmente, para buscar os Murdika e pegar a máscara dos portais.

Parte 3: O golpe frustrado de Malvek

Os Toa Iluvika seguiram os Murdika após escapar da prisão de plasma, e os avistaram em uma sala em que já passaram antes, porém estavam longe dos Murdika, apenas os observavam.
-Olá, visitantes. Sei que buscam a máscara dos portais, e sei como consegui-lá. Preciso saciar minha energia vital. Alguém se oferece?- disse uma voz que os Iluvika reconheceram ser do traiçoeiro Malvek
-Eu vou- disse o Murdika Graveka
Aquela ação rápida foi chocante aos olhos dos toa Iluvika, um Murdika se ofereceu para morrer sem mais ou menos.
Aos poucos Graveka perdia a vida, mas então sua face pula de seu corpo e se joga ao chão. Seu corpo cai e ele estava morto. Malvek havia tirado sua energia vital mas tampouco sabia que a vida de Graveka não estava lá. Como um ser simbiótico alienígena, sua face, e não o seu corpo tem vida. Através de sua face ele pode tomar novos corpos cada vez que este morre, e pode ainda renovar a vida de qualquer corpo pelo que ele passou.
Logo Graveka retorna ao seu corpo novamente, ao sua face se encaixar, este fialmente se levanta vivo mais uma vez.
Em espanto, os Iluvika vêem aquela temível habilidade diante do já conhecido Malvek.
-O que? Não senti nada! Não estou saciado! Não vão passar!- diz Malvek, indignado por ter sido enganado pelo Graveka, um Murdika, liga que ele tanto odiou no passado.
-Sem essa, te conhecemos e não o tememos, Malvek!- diz Narzag
Malvek aparece para os Murdika, e Tizkhan logo o reconhece:
-Malvek? Eu conheço este corpo! É o corpo de Cemeterix! O nosso antigo líder! O que está acontecendo?
-Oras, não sabes que um inimigo não conta segredos aos seus inimigos? Só contarei se me derrotarem, mas saibam que não estou só!
Do nada aparecem fantasmas da parede, e Sonikolf e o reanimado turaga Praduk cercam os Murdika, enquanto os Toa Iluvika apenas observavam...

Parte 4: A última câmara

Os Murdika estavam sem medo algum das ameaças do Malvek, conheciam-o em um passado e remoto tempo, em que ele era apenas um matoran equipado com centenas de armas:
-Estes fantasmas são as suas criações em base com as energias vitais de todos que passaram por aqui?- pergunta Martik Nor
-Sim, e todos são meus servos reais!- diz Malvek
-Oras, não me espanta. Sei que precisa destas energias para continuar vivendo no seu corpo
-Vocês sabem demais, Skakdi. Mas lutar que é bom, eu duvido
-Calado, matoran, sabes que eu e Firiska não somos Skakdi- diz Plasmakna
-Tanto faz, toda a liga Murdika são um bando de problemáticos!- responde Sonikolf enquanto atira uma rajada sônica em volta dos Murdika.
As rajadas de Firiska e de Hakrohrak, no entanto, expelem os raios sônicos, mas o reanimado turag Praduk (como um semi morto) lança uma rajada elementar de pedra acima dos Murdika, mas estes contra atacam através do poder de telecinese usado por Narzag, empurrando Praduk contra a parede.
Mas Malvek chama seus fantasmas para um ataque cnjunto que derruba Tizkhan ao chão, até que este mesmo usa uma ilusão de clones, que parecia bem real para Malvek, o que justificou ser atacado por eles. Os clones logo levantam o seu mestre (o Tizkhan original), e Malvek mais uma vez ataca com seus fantasmas, que penetram na armadura de Martik Nor. Este, no entanto atira uma rajada de tóxicos que perfura a parede, e ao tentar impedi-los de passar, Sonikolf é pego em cheio em uma jaula de plasma atirada por Omeduk. Narzag então atira cinco esferas de fogo de uma vez na armadura de Malvek, e este então ao ver seu corpo queimando, abre uma porta para baixo de sua caverna, e pula, onde havia um lago subterrâneo, onde ele pensava que estaria seguro, mas é então esmagado por um golpe de Firiska. Vitoriosos, os oito Murdika chegam á sala final daquela caverna, e os Iluvika aproveitam da ausência de Malvek para segui-los...

Parte 5: O mapa para a máscara

Os Murdika chegam finalmente para a sala final da máscara, esperando que encontrem a para finalmente usá-la em seu favor. Mas nada de especial estava naquela grande e iluminada sala vazia. Ao chegar, os Toa Iluvika são notados pelos Murdika:
-Oras, mas o que temos aqui? Toa?- pergunta Hakrohrak
-Sim, prontos para conseguir esta máscara, Skakdi!- diz Omega
-Qual? Não há nada aqui. Nós todos fomos enganados- diz Tizkhan
-Mentira! A econderam, não foi?- pergunta Apolan
-Não.
-Neste caso, vamos ter de competir pela máscara. Sua busca acaba por aqui.- diz Apolan
-Não se meta com fogo, Toa!- diz Hakrohrak.
Apolan então atira uma rajada de laser pelo seu machado directamente para Narzag, mas este defende com seu poder de telecinese. Omega então tenta dar cabo ao Hakrohrak mas acaba por ser atingido por laser que ele atira dos olhos. Akee aparece para ajudá-lo,mas esferas de fogo são lançadas pelos Murdika e rebatidas com o poder de Narzag, o que bate na armadura de Akee, o fazendo inconsciente.
Raalih, em vão, usa seu poder elementar de água para atrapar Plasmakna em uma bolha, mas esta envenena a água e canaliza seu poder até os machados de Raalih, e para se salvar, Raalih larga os machados, mas abre ataque para Firiska, que com uma rajada de energia a joga contra a parede.
Korark congela Firiska e depois de esquivar de um golpe de Graveka, o congela também, e depois ataca Plasmakna. Alfanuva libera uma rajada de luz que rebate Plasmakna contra o Martiknor, e Korark cria um campo de gelo acima de ambos. Tizkhan cria uma versão de Omega através de seu poder, e este derruba Alfanuva, mas Alfanuva lhe chuta a cabeça, e vê que era uma ilusão. Mesmo assim os raios de energia liberados por Tizkhan foram bem reais, o bastante para jogar o Toa ao chão. A luta parecia ser uma vitória dos Murdika, mas Korark não parava de lutar, até que foi atrapado pelas garras de Graveka. Ameaçado, Korark lança uma versão mais fraca de Nova Blast de gelo, que afasta os Murdika até 25 quilômetros daquela região, e deixa o clima mais frio, congelando a lava dos vulcôes da proximidade. Akee se levanta, e ao ver seus outros "irmãos" caídos, usa seu poder de cura para reanimá-los. Após se reabilitarem, eles caminhavam para sair daquela ilha, mas próximo da entrada da caverna se depararam com um mapa...

Parte 6: Para chegar á máscara...

A máscara dos portais, pelo que a lenda dos Toa de Meson nui diz, é uma fonte de obter poder em qualquer lugar no universo. Estranhamente muitos seres iniciam uma batalha por um objeto e acredtam que nele há poder. Independente de ser um toa, um Makuta, Matoran, Skakdi, qualquer espécie ou qualquer organização a quem segue, praticamente todos buscam o poder, não há altruísmo real. E isso não é diferente com os Toa Iluvika:
-Precisamos da máscara, vamos aproveitar que Malvek e os oito Murdika estão longe para obter a máscara. E já temos um mapa.- disse Akee
-Isso mesmo, a direção está para o oeste, vamos lá, Iluvika! O destino dos matoran está em nossas mãos!- diz Omega
Os Toa Iluvika caminhavam pelas rochas de Iluvi nui, e ao chegarem no ponto, viram que era uma parte da mesma caverna. O que estava acontecendo? A máscara já não estava lá, como eles haviam dito, mas para cada um valeu a pena entrar na caverna de novo:
-Mas que entrada é esta? Há muito fogo aqui perto!- diz Raalih
-Vamos investigar isto melhor, não me parece que a máscara está aqui mas algo importante deve estar- diz Omega
Ao entrar na caverna, os seis Toa Iluvika encontram algo que já buscavam a algum tempo, armas, Cordak blasters, equipamentos adaptivos, e um mapa, que completava aquele mapa que eles haviam encontrado. Os Toa Iluvika pensavam estar agora na frente dos Murdika nesta corrida pela máscara dos portais...
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Seg Jul 07, 2008 8:19 pm

CAPÍTULO QUATRO:
As ruínas de Kra Coatl


Parte 1: Em frente ao perigo
Omega lidera sua equipe ao caminho que o mapa da máscara lhe mostra, até que chegam a uma parte desconhecida e estranha demais para os olhos daqueles toas:
-Mas o que é isso? Um túnel verde descendo a um poço sem fim?- pergunta Alfanuva
-É o que parece- diz Omega
-Se a máscara está aí, por que vamos esperar?- diz Akee
Então os seis Toa Iluvika descem no túnel, mas por estar se direcionando para baixo, os seis acabam por perder o equilíbrio e cair.
Raalih se segura com as lâminas de suas costas, e usa seu poder elementar para amortecer a queda dos outros da equipe:
-Obrigado, Raalih. Mas algum de vocês sabe onde estamos?- diz Alfanuva
-Acha que algum de nós sabe? sem mais perguntas, Alfanuva- diz Apolan
Quieto, Alfanuva se distancia e vê atrás de um portão um lugar cheio de bolhas verdes saindo da terra. Estavam em uma cidade debaixo do mar.
Então, Omega tenta ver no mapa onde iriam e onde estavam, mas logo ele vê que no mapa o ponto se movia. A máscara estava se movendo?
Omega então avisa a sua equipa:
-Vamos utilizar nossas armaduras adaptivas por precaução, pode ser que estejamos em solo hostil.
Mas Akee e Apolan decidiram:
-Espere um pouco, Omega. Sabes que os Murdika estavam nos seguindo a muito tempo atrás, na ilha em que estamos. Por que nós não saímos e vamos vigiar a ilha em busca deles enquanto vocês ficam aí?- diz Apolan
-Está bem. Uma boa idéia, mas caso se depararem com os Murdika, não reclamem- disse Omega
Os 4 toas (Omega, Alfanuva, Raalih e Korark) caminharam com suas armaduras, e ao passar pelo portão ambas armaduras se adaptaram para o ambiente marinho. Mas havia algo errado com a água, esta estava toda verde.
Ao se aproximarem então de um estranho edifício, os Toa Iluvika vêem algo tão rápido como um raio se movendo acima:
-Bem vindos, estranhos. O que querem por aqui?- pergunta um alto e armado guerreiro que toma a atenção de toda a equipe...

Parte 2: Vigiando os Murdika

Akee e Apolan já estavam distantes do resto da equipe. Enquanto os quatro toas estavam na desconhecida cidade, Apolan e Akee estava vagando pelos desertos de Iluvi nui, e acabaram por encontrar os Murdika.
Os Murdika esperavam algo que lhes fizesse encontrar a máscara dos portaos, ou o seu misterioso líder os baniria por falhas. Mesmo assim estavam longe de falhar. Narzag avistou uma pedra com inscrições:
-Olhem isto! Me parece algo bem interessante
-O que está escrito aí?- perguntou Omeduk
-Não me diga que não sabe ler em linguagem de CentzonXcoa- disse Martik Nor
-O que? CentzonXcoa por aqui?- pergunta Tizkhan
-Não. Esta inscrição foi parar aqui. Eles não- responde Narzag
-Eles são bem mais poderosos do que toas, espero que não estejam buscando a máscara
-O bom é que não estão. se não já teríamos os encontrado
Enquanto os Murdika comentavam o achado, a curiosidade de Akee e Apolan crescia, será que os CentzonXcoa, desconhecidos até então seriam aliados, já que estavam contra os Murdika? Só mesmo os toa de Meson nui resolveriam esta situação. Não para Apolan, ele logo aparece aos Murdika e diz:
-Murdika! Vocês estão longe demais da máscara! Espero que me passem informações sobre estes tais CentzonXcoa e eu passo sobre a máscara dos portais
A atenção dos Murdika foi tomada por Apolan, que estava até então escondido atrás de uma pedra, os vigiando. Akee, ao seu lado, lhe diz em um tom de voz baixa:
-Está maluco? Eles são hostis o bastante para nos enganar e você vai lhes dar a localização dos nossos companheiros?
-Confie em mim. Vou enganá-los e eles não vão nos enganar- disse Apolan para Akee, até que Narzag diz:
-Toa! Nos espiando? Tampouco importa. Então, onde está a máscara?
-A máscara está...

Parte 3: O engano
-Na parte inferior do vale desta ilha!- Disse Apolan
-Não confio em nenhum Toa, mas vamos procurar. Você sabe o que vai contecer com você se estiver mentindo, não é, Toa?- Pergunta Narzag
-Sei- diz Apolan.
Os dois Toa se distanciam um pouco dos Murdika, mas não deixando serem passados de bobos, Graveka e Tizkhan dão meia volta e atacam Akee e Apolan:
-Vocês tampouco conhecem nós Murdika, em nossa vida temos treinos duros para chegar onde estamos. E não somos facilmente enganados independente de nossa raça, uma vez na liga Murdika, para sempre, a não ser que sejam traidores, mas aí haverá um fim trágico- diz Tizkhan, enquanto captura Akee com sua corrente energizada.
-Argh, solte-me ou sentirá o poder da terra em máxima força!
Graveka o paraliza usando parte de sua máscara, que é uito flexível, e diz:
-Por que vocês usam armaduras adaptivas? Não conseguem viver em locais hostis sem elas? vamos ver como ficaria você debaixo d'água, agora...
Apolan joga uma rajada a laser mas de nada adianta, os dois Murdika os capturaram em uma jaula de fogo.
Enquanto Akee e Apolan estavam ameaçados de morte por terem tentado enganar aqueles oito poderosos seres, os outros quatro Toa Iluvika mergulhavam em uma cidade desconhecida, e se deparam então com um guerreiro:
-De onde vieram? O que querem e por que usam armaduras adaptivas, Toas?- pergunta o armado guerreiro
-Somos de Meson nui. Buscamos a máscara dos portais pelo bem dos matorans. E você, o que faz por aqui? é aliado de algum Toa?- pergunta Omega
-Sou um misterioso guerreiro que guarda uma máscara e esta cidade arruinada, nada mais- diz ele, não se revelando
-Certo, mas que máscara? a dos portais? É que um mapa apontou a máscara por aqui
-Não, não é a máscara dos portais...

Parte 4: Invasão em Kra Coatl

Alfanuva, já irritado com o guerreiro, se esquiva e rapidamente nada em direcção á cidade. Vendo isto, Omega o segue e portanto, Korark e Raalih também.
Ao passarem da muralha, eles observam o misterioso guerreiro nadando velozmente, e então os quatro Toa se reagrupam e se escondem em uma câmara localizada um pouco acima de um edifício:
-Oras, mas quem viveu nesta cidade?- pergunta Alfanuva
-Quem sabe foram matorans- diz Raalih
-Foram sim. Estamos em Kra Coatl, uma das mais antigas cidades deste planeta- diz Korark
-Quem te contou isto? Nenhum de nós tem tantas informações secretas assim- diz Omega, com um certo ar de raiva
-Svakron, toa do gelo...- responde Korark
Um simples barulho já silencia os quatro toa, mas Alfanuva logo vê uma porta entreaberta e vai pesquisar:
-Ei! Olhem, o que encontrei! Parece...
-Que toa mais incompetente! os matorans que você protege deviam se envergonhar!- diz o guerreiro, que aparece mais uma vez, e agora ameaça Alfanuva:
-Revele-se! Nós somos poderosos Toa!- diz Omega, apontando seu Cordak Blaster para o guerreiro
-Oras, nem mesmo Toa como vocês deveriam me conhecer- responde, enquanto tira de Alfanuva sua espada de poder, e ataca todos os quatro com seu macahuitl, amplificando seus poderes de ar.
Os quatro caem do edifício quase que inconscientes, mas Korark passa a entender um pouco mais sobre aquele guerreiro:
-Ei, Alfanuva, Raalih e Omega! Acho que já sei quem é aquele guerreiro!
...

Parte 5: O guardião da outra máscara
-Mais uma vez acho que você estava escondendo informações de nós. Mas conte, sabe alguma coisa sobre ele?- pergunta Omega
-Sim, mas não o nome. Ele foi o guardião da cidade Kra Coatl, habitada por alguns matorans a tempos atrás. Ele foi um agente de uma organização chamada "Mão do Aporak", e ele batalhou na distante ilha de Tlatok contra várias ameaças aos matoran. A última missão que ele fez que se teve notícia foi guardar esta cidade, Kra Coatl, e uma máscara de poder.
-Como sabe disso? E que máscara é essa?- pergunta Alfanuva
-Mais uma vez o sábio toa Svakron me contou. E sobre a máscara, não sei, se não eu já havia contado.
Os Toa então caminham para o centro de Kra Coatl, mas não estavam alarmados o suficiente.
O guerreiro mais uma vez se aproxima e lhes derruba com uma rajada de ar:
-O que? Como tem poderes? Por que nos ataca? Quem és?- pergunta Raalih, caída ao chão:
-Não vou revelar mais nada, só peço que saiam daqui- responde
-"Peço ?" Você está nos atacando! E tem mais, nós sabemos para quem você trabalha e o que você esconde!- diz Omega
-Sabem? Por que então ainda não sabem de onde vem os meus poderes e por que estou "atacando vocês" ?- pergunta ele mais uma vez
-Olha, sabemos que você trabalha para a Mão do Aporak, mas não vejo motivo de nos atacar, só estamos em busca da máscara dos portais!- diz Korark
-Então saiam. Se aparecesse por aqui a máscara eu a guardaria
-Sabe onde está, não é???- pergunta Alfanuva
-Não. E tem mais, vocês todos vão ter que passar pela Mão do Aporak e terão suas mentes apagadas. Sabem de mais, quem vos contou?
-Um toa de Meson nui- diz korark
Depois de um passageiro silêncio, o guerreiro ataca Alfanuva e Raalih, enquanto Omega e Korark exitam da batalha, e nadam rumo á torre principal da cidade. Mas não sabiam que uma surpresa os aguardava...

Parte 6: Finalmente, a máscara

Omega e Korark estavam preocupados com a situação de Apolan e Akee, na s´perfície, e de Alfanuva e Raalih, debaixo d'água, mas estavam principalmente preocupados com eles mesmos, sem ao menos saber o que se passava por aquelas bandas.
A cidade estava toda arruinada e manchada de verde. O que parecia é que a água era corrosiva, mas não percebiam nada, suas armaduras adaptivas pareciam os proteger.
Finalmente chegam á torre, onde avistam uma luz:
-Olhe, Korark! Será a máscara?
-Parece ser, Omega. Vamos então buscá-la
Mas algo lhes parecia muito errado ao chegarem. Eram cápsulas com matorans desintegrados, matorans de todos os elementos, estavam todos podres e reunidos em uma esfera de luz ao topo da torre:
-O que é isso? Quem fez isso?- pergunta Korark
-Infelizmente não podemos salvá-los e nem saber o que houve. Ainda, basta encontrarmos a máscara!- diz Omega
-Mas um toa deve proteger um matoran!
-Estes infelizmente já morreram.
Em silêncio, os dois descem a torre, mas Omega avista uma outra luz, além da muralha da cidade. e logo ele nada velozmente para chegar lá. Korark usa o poder de sua máscara para ver naquela escuridão em que estavam chegando.
Ao chegar perto ele logo teve de desativar pois uma luz vinha de baixo.
Mas uma forma de Toa aparecia totalmente iluminada, até que a luz se torna vermelha, era um sinal de que o que quer que seja aquele ser, estava para morrer.
Acima da superfície, Narzag sente algo estranho para acontecer. Com dois Toa capturados por Graveka e Tizkhan, Narzag ordena que Hakrohrak e Omeduk deveriam mergulhar no lago, pois havia lá uma passagem para o mar, e lá estava provavelmente a máscara dos portais.
Em instantes, os dois velozes Skakdi chegaram lá, mas ainda com uma respiração fatigante, e avistaram um pouco de longe três figuras semelhantes a Toas.
Omega e Korark logo encontram uma armadura adaptiva vaga próximo a uma caverna e oferecem aquele ser que era provavelmente um toa. Eis que ele coloca, e fica agora em um estado bom, respirando perfeitamente.
-Quem és? O que fazes aqui?- pergunta Omega ao Toa desconhecido
-Sou Hunapu, turaga da pedra. O que faço aqui? eu estava procurando pela máscara dos portais, e vamos dizer que eu consegui...

Próximo capítulo:
Retorno a Meson nui
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Qua Jul 23, 2008 10:13 pm

CAPÍTULO CINCO:
Retorno á Meson nui


Parte 1: Como é possível?

Omega observava Hunapu, enquanto Korark discutia com ele, andando rumo a Kra coatl:
-Você conhece um toa chamado Svakron ?
-Svakron era um matoran quando me lembro
-De que equipa de toas você pertenceu?
-Da primeira de Meson nui, mas não vamos tocar neste assunto, ok?
-Claro- disse Korark
Omega estava quieto logo após ver a máscara na face de um turaga, que virou Toa de novo. "Como é possível ?" perguntava-se, enquanto caminhava e escutava Korark, entusiasmado com a notícia, dizendo:
-Você vai salvar os matorans?- perguntava Korark ao "velho" Hunapu
-Salvar? isso depende de um ponto de vista.
Korark não entendeu, mas logo que chegaram na parte sul de Kra Coatl, os três avistam Raalih e Alfanuva já quase sem fôlego lutando contra aquele estranho guerreiro:
-Arghh! Pare de lutar contra eles ou o nosso amigo vai te derrotar!- diz Omega com um certo ar de raiva
-O que? Amigo? Não é bem assim- diz Hunapu
-Você me é familiar, mas não pela forma ou pela máscara. Revele-se!- diz o guerreiro enquanto batalhava
-Com uma condição! Faça o mesmo!- interrompe Omega
-Não é preciso, Huitzilopochtli é um guerreiro persistente- diz Hunapu
-Ha Ha Ha! Já sabemos quem é você!- disse Omega
-Sem brincadeiras, seus Toa repugnantes, e isso inclui a você também, Hunapu!
-Oras, Huitzilopochtli. Só por que foi revelado? Não sei por que esta "Mão do Aporak" é tão restrita
-Pode ser que vocês não vão ter suas mentes apagadas, mas daqui a informação não vai para lugar nenhum!- diz com raiva Huitzilopochtli
-Não. A informação vai para Meson nui- diz Hunapu

Parte 2: A fuga
Enquanto isso, na superfície...
-Como eu previ. Destruam os dois agora- diz Narzag ao grupo Murdika
-Não sei se seria o correto- diz Martik Nor
-Por que não? Você é superior a mim por acaso, Martik Nor?
-Sou. Mas não é por isso que digo. Devias saber que quanto mais Toas aprisionados em nosso quartel general, mais poder vai ao líder. E assim sairíamos recompensados
Narzag derruba Martik Nor com sua arma de proto-titânio e diz com raiva:
-Superior? Ha ha ha! E enquanto ao líder, de que adianta ele nos prometer alguma coisa?
-Argh! Deste jeito vamos acabar nos destruindo!- responde Martik Nor
Mas logo um vento forte e a neblina interrompem aquela cena:
-Então vocês não desistem? a máscara que procuram foi encontrada- diz Huitzilopochtli, em meio ao nevoeiro. E ao seu lado estavam os quatro (cinco com o Hunapu) Toa Iluvika, para resgatar Apolan e Akee, seus outros "irmãos".
-Ha! Então, por que Hakrohrak e Omeduk ainda não apareceram?- diz Narzag, revoltado com o próprio grupo
-Estamos aqui, chefe! Nós só não chegamos antes pois estavamos buscando outra coisa- responde Omeduk
-Blah, vocês tinham um objetivo a cumprir!
-Sem mais falar, vamos ao ataque!- Diz Martik Nor, que logo ataca os Iluvika com seu poder venenoso.
A batalha era intensa no nevoeiro, mas aos poucos, com seu poder de ar, Huitzilopchtli, que a partir daquele momento parecia um aliado dos Toa, abria passagem para os Toa.
Silenciosamente o nevoeiro deixou os Toa passarem, e os Murdika tampouco tiveram notícia de quem tinha a máscara. A partir daí estavam em dúvida, se voltariam para sua ilha, Manglapronn, e receberiam punição de seu líder, ou se ficariam por lá, enquanto os Toa fugiam na névoa.
Minutos depois, Narzag chega a comentar com si mesmo:
-Que guerreiros corajosos, fogem na névoa, e acham que venceram...

Parte 3: No caminho...
Os oito (seis Toa Iluvika mais o Hunapu e Huitzilopochtli) caminhavam ao litoral de Iluvi nui, os Murdika estavam tão distantes, se queixando sobre seu destino, enquanto os Iluvika pensavam que o destinos deles estava para se completar.
Ao chegarem ao litoral, Omega nota algo diferente com Akee:
-Akee, onde está a sua máscara? Ou ao menos, se você ainda a tem, o que houve?
-Enquanto Apolan estava planejando um ataque frustrado, eu estava vigiando os Murdika em cima de uma colina. Aí apareceu um robô (ao menos não me parecia biomecânico) que lançou em mim uma coisa, com certas parecenças a uma máscara.
-Camzotz. Proto máscaras. É isso que ocorreu com você- diz Huitzilopochtli
-Camzotz? O líder dos Clanaki?- pergunta Apolan
-Não, Camzotz não é o líder dos Clanaki! Quem contou isso a você?- pergunta Huitzilopochtli
-Svakron- responde Apolan
-Ele não percebe muito bem as coisas, mas me parece muito mais sensato do que qualquer um de vocês, Iluvika. Enfim, Camzotz são robôs criados pela Mão do Aporak há muito tempo atrás com a função de atacar os inimigos dos Matoran e Asergan, que viviam na ilha de Tlatok. Os robôs foram tomados pela ordem de Apukon, após Makuta Patecatl encontrar o centro de comando.
Mas logo foram destruídos pelos agentes daquela ordem. Logo evacuaram os Matorans e Asergans dali.
Omega estava impressionado, e os Iluvika pareciam bem confusos a respeito do que Hunapu falava, mas logo decidiram esclarecer as coisas em Meson nui.

Parte 4: Esclarecimentos

Huitzilopochtli estava muito incomodado com Hunapu por perto. Para ele, Hunapu desrespeitava a ordem secreta que ele sempre respeitou. Mas Huitzilopochtli não conseguiria derrotar sozinho aqueles sete Toa, por mais fracos que fossem. Mesmo assim Huitzilopochtli parecia um pouco ardiloso aos olhos dos Iluvika, e é mesmo, até por isso que Huitzilopochtli planejava apagar as mentes de quem descobrisse para quem ele trabalha. Mesmo assim, com tantas certezas que Hunapu tinha a respeito, ele não sabia nem esperava escutar uma notícia como a que ele acabara de ouvir de Toa korark:
-Hunapu e Huitzilopoctli, como vocês parecem tão sábios, eu queria perguntar se por acaso sabem o que aconteceu a todos aqueles matorans mortos na torre da cidade de Kra Coatl.
Um silêncio sepucral pairou, e Hunapu estava gelado. Huitzilopochtli parecia incomodado, mas ele diz:
-Foi um ataque, dos Murdika. Eu protejo aquela cidade, não haveria quem atacasse tão sigilosamente a não ser os Murdika.
Omegae Korark, que haviam visto aqueles matorans mortos, já suspeitavam disso. Mas como um bom agente da Mão de Aporak, Huitzilopochtli estava mentindo. Algo mais sinistro estava por trás disso.
Mas para mudar um pouco de assunto, Hunapu disse:
-Vocês, Iluvika, poracaso sabem o que são Asergan?
-Não- responde Apolan
-São espécies semelhantes aos matoran. Ligeiramente mais altos, eles costumam ser ferreiros e criadores de armas, são fortes mas não muito poderosos. Sua terra natal é Draxal, mas muitos abandonaram a ilha e foram para Tlatok. Atualmente são muito raros.
-Ok. Mas e o que isso pode nos ajudar? Nosso dever não é proteger os matoran? E não os Asergans?- responde rudemente Apolan
-Oras, Hunapu está nos ensinando sobre um mistério que devemos saber, não importa para que finalidade é, mas é bom saber mais um pouco sobre outras espécies- diz Raalih
-Ok. Mas vamos parar de falar por enquanto, depois dessa dura missão estamos finalmente aqui em Meson nui- diz Apolan...

Parte 5: Meson nui.. de novo
Os oito chegam até Meson nui. Não haviam nenhum Matoran os esperando próximo de lá, pois estavam todos em trabalhos para manter sua cidade funcionando. Hunapu gostou de que não havia nenhum matoran os esperando,pois ele poderia ser visto como uma aberração, se é que ele foi um turaga e voltou a ser Toa. Omega liderou os oito ao palácio principal de Meson nui, ao centro da ilha.
Lá os oito são recebidos pelo toa Takhan, líder dos Toa Meson até então, que se apresenta:
-Olá Iluvika. Vi que desta vez não falharam na missão. E quem são vocês dois?
-Sou Hunapu, Toa de pedra e de terra
-Hunapu? Você é um velho toa das histórias dos primeiros Toas não é? mas você está imensamente diferente! Onde está sua máscara? e por que você está com uma armadura adaptiva?- pergunta Takhan
-Armadura adaptiva para sobreviver em lugares hostis. Como você mesmo disse, estou muito velho. E a máscara, se você não notou, tenho agora a máscara dos portais.
-Ótimo! Vai usá-la quando?- perguta Takhan
-se houvesse um manual de instruções eu usava agora mesmo- ri-se Hunapu
-Oh, claro. E você, quem és??- pergunta Takhan
-Huitzilopochtli, ele é Huitzilopochtli, guardião de Kra Coatl- responde Hunapu
-Quem? desculpe-me mas nunca ouvi falar de você- diz Takhan
-Oh, não ouviu? eu diria que você estaria tudo bem se continuasse sem saber quem sou. Mas o nosso "amigo" Hunapu lhe ontou- responde rudemente Huitzilopochtli.
-Ele é um membro da mão de Aporak- acrescenta Hunapu
-Ótimo Ao menos sabemos que é uma organização a favor dos matorans. Nos será bem útil. Não querem compartilhar informações com os outros Toa no palácio?
antes mesmo de Omega tentar falar, Hunapu diz:
-É claro, meu caro amigo. E não é só informação que trouxemos. Mas idéias...

Parte 6: Uma república?

Os sete Toa Iluvika (Hunapu foi considerado um a partir de que apareceu em Meson nui) chegaram ao palácio principal, onde se reuniram todos os Toa de Meson nui. Toa Hupanqui, Toa de terra, estava especialmente atento ás informações da missão dos Toa Iluvika. Ele nunca esteve tão atento a tantas informações, mas logo sua atenção se perde, quando Hunapu diz:
-Eu tenho uma idéia brilhante para Meson nui!
-Uma idéia brilhante? foi isso que você disse?- responde Hupanqui
-Sim. Posso dizer?
-Claro, mas logo vou adverter, que você deve se acostumar aqui em Meson nui, idéias brilhantes vindas de Toa como você (que já foi até turaga) nem sempre são aceitas pelos matoran.
-Ok, já estou me previnindo de qualquer desentendimento com os cidadãos.
-Então, compartilhe conosco esta idéia brilhante.
-Sim, eu estava propondo uma república para Meson nui.
Todos os 14 Toa lá presentes pararam de falar sobre qualquer coisa, e se voltaram ao Hunapu:
-República? Mas em toda história de Mata nui nenhuma ilha de matorans teve uma república!- diz Svakron, Toa do gelo
-O fato é que não precisamos nos apegar a história de Mata nui. E o que você acha que faríamos para estes matorans que querem liderança, se não há nenhum Turaga aqui? Queriam um império, uma ditadura? A república é com certeza muito mais justa!- diz animadamente, Hunapu.
-Não, nem império nem república são justos- diz em voz baixa Toa Aplok, da terra e da pedra.
-Não dêem ouvidos ao pequeno Toa, esta idéia foi mesmo genial, não foi?- pergunta Apolan
-Foi mesmo, mas quantos aqui decidem que poderá ser assim?- pergunta Takhan, enquanto desejava que a minoria quisesse, com medo de perder a liderança que por lei de Mata nui era de direito dos Toa de fogo, no caso, dele.
Mas Takhan esteve junto á minoria. Isoladamente, ele, Bydurak, Hupanqui e Aplok não quiseram uma república. Os outros 10 Toa de Meson nui votaram em uma república. E como a democracia é a base da república, seria assim.
-Este Toa pode ser velho, mas de sábio ele não tem nada!- comenta Takhan com Svakron, durante o fim da reunião.
-Pelo contrário, meu amigo. Se ele convenceu tanta gente e não mudou de idéia é por que ele é sábio- responde Svakron.

Parte 7: O resultado

Takhan não se dispôs a dar a notícia de república aos Matoran de Meson nui, por isso Omega foi ao palco da arena:
-Caros Matorans de Meson nui, o conselho Toa do superiorado de Meson nui decidiu uma mudança político-social para todos os habitantes da ilha! Mas fiquem seguros que o decidido foi o melhor em termos de segurança, justiça, comércio, lazer e bem para a sociedade. Com muito prazer, os 14 Toa de Meson nui decidiram, e eis a nova ordem, a República de Meson nui!
Aquela novidade empolgou todos os dois mil Matorans de Meson nui, estavam todos muito contentes, e rapidamente foram para as urnas de votação votar em quel Toa seria o seu presidente.
-Olha, você foi genial, Hunapu. Espero que tenha boa sorte na votação- Comenta Hupanqui
-Obrigado, mas não me importa a liderança, o que presta é a justiça, a democracia- diz Hunapu
-É claro, meu amigo. É mesmo.- responde.
Hupanqui mudou a sua opinião sobre a posição da república, por outro lado ele esteve bem confiante de que ele ganharia a votação, mas estava um pouco preocupado se Hunapu ganhasse a votação, pois para ele, por mais que Hunapu fosse velho, era um Toa "novato".
Mas nem tudo ia tão feliz na república de Meson nui:
-Argh, em que raios esta democracia é justa?- Comenta Bydurak com Aplok
-Pois não é mesmo, veja se foi justo para os quatro que votaram contra?- responde Aplok
-Para o Hupanqui é o que parece, e ele votou contra- responde Bydurak
-Ele mudou de opinião, não confio nele- diz Aplok
-Mas ele é inegavelmente um Toa experiente, por que não confiar?
-Talvez você tenha razão, Bydurak. Não são os atos que fazem a confiança, mas sim os objetivos. Sabemos que do jeito que um Toa experiente é, ele só quer o bom futuro para os Matoran
-Isso, você tem toda a razão.
Dois dias, e todos os dois mil matorans haviam votado. Eis que os resultados chegaram primeiramente ao palácio de Meson nui:
Terceiro lugar: Toa Takhan, 23% dos votos
Segundo lugar: Toa Hunapu, 27% dos votos
O presidente da república de Meson nui: Toa Hupanqui, 50% dos votos
...
Próximo capítulo:
Refugiados na república de Meson nui

Nota: Eu sei que já é meu quarto post seguido, mas isso se trata de uma actualização da história. Para não fazer muitos eu junto cada seis partes como um capítulo. Qualquer comentário, podem dizer neste tópico Smile Espero que gostem
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Última edição por Guiler717 dia Sex Ago 01, 2008 3:49 am, editado 4 vezes (Razão : actualizações das partes 2,3,4,5,6 e 7)
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Sab Jul 26, 2008 1:14 pm

ganda historia, ate fikei sem palavras silent silent silent silent silent silent
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Sex Ago 01, 2008 2:52 am

CAPÍTULO SEIS:
Refugiados na República de Meson nui


Sinopse: A partir deste capítulo a história do destino de Meson nui terá mais abrangimento sobre os personagens e uma visão mais geral de onde se passa e do que se passou (por mais que de uma forma resumida e sem muitos pormenores) na história. Neste capítulo em comum a história desvia-se para um grupo de matorans (e seus aliados) que planeja uma rebelião contra os Toa.

Parte 1: Um matoran renegado

Em tempos de glória para a ilha de Meson nui, em seu primeiro dia, muitos Matorans estavam contentes com esta "revolução". Mas seis tinham em comum uma certa angústia da palavra "Toa", e "Meson nui". E a partir dali tinham angústia da palavra "República". Um forte exemplo é o Matoran Tlaloc. Na noite de comemoração, praticamente todos os dois mil matorans estavam na arena do palácio de Meson nui, mas Tlaloc e seu grupo estavam refugiados em lugares hostis. Mas Tlaloc estava atrasado para a reunião do seu grupo, feito de seis Matorans e um Rahi nada amistoso. Ele estava ainda próximo a estação do fluxo de Le Meson, um tanto longe de seu destino, o armazém abandonado de Onu Meson.
Tlaloc sabia que ninguém, pelo menos nenhum Matoran sabia de sua presença (a não ser o seu grupo, lógicamente), mas ele estava inseguro, guardando algo bem importante em suas mãos, e correndo ao mesmo tempo. Os fluxos logo foram desligados, e ele se sentia derrotado.
O líder de seu grupo é um matoran de ferro bem rude, chamado Onurf, um residente de Onu Meson. Onu Meson é uma metrópole escura pela poluição das fábricas dos Fe matorans. Um lugar em que Onu matorans e Fe matorans co-existem, enquanto uns trabalham debaixo da terra, outros estão acima.
Tlaloc então caminha para um caminho alternativo, pelas ruínas de Le Meson. Em Le meson houve a tempos atrás uma revolução industrial, pois Le meson crescera industrialmente de uma maneira tardia, que Ta meson ganhava lucros acima do até então único trabalho de Le matorans em Meson nui -os fluxos e transportes-. Le meson foi um distrito que cresceu e se tornou independente de Ta Meson. Mas ainda restaram ruínas nos seus primeiros tempos de indústrias.
Tlaloc observava as ruínas na noite, e somente a água tóxica verde das velhas insústrias lhe traziam luz. Ele caminhava, mas ao ouvir uma voz bem estranha dizendo algo, ele logo recuou e foi para trás de uma coluna. Os insetos dali lhe davam um pouco de pavor, mas não tanto quanto o que ele escutava e não sabia o que era.
Algo muito sério viria a seguir, pois algo se aproximava sigilosamente porém velozmente...

Parte 2: O ataque do Krakken

Tlatoc não espera, e sai correndo, por mais que com medo, ele não quer faltare na reunião de jeito nenhum. Mas ele teria de faltar naquela vez. Á sua frente aparece um tentáculo rubro gigantesco, que por pouco não o captura, mas lhe pega desprevinido, e o tentáculo derruba um prédio arruinado, o que lhe traz um susto imenso.
Tlaloc corre, sem rumo, pois ao seucaminho para Onu Meson estava uma criatura assustadora. Não tarda nada, e ele é capturado pela criatura. Ao ver os dois pequenos olhos daquele monstro, ele diz:
-Você pode falar? Quem é você? O que você quer aqui?
-Ele não fala nada- diz uma voz misteriosa
-O que? O que se passa por aqui?- pergunta Tlaloc
-Você tem algo que pertence a nós- diz a voz misteriosa
Com suas forças, Tlaloc se vira e consegue ao menos ver de onde vinha aquela voz, mas ele só via uma sombra de um ser alto e que aparentava ser rubro. Seus olhos do de repente começaram a brilhar.
-O que é você?- pergunta Tlaloc
-Eu posso ser perseguido caso me revele, mas também, se eu revelar, os Toa terão fama de que eles são incompatentes de me deixar á solta por aí. Quer que eu me revela mesmo?- pergunta o estranho ser, rindo do matoran.
-Os Toa por aqui já tem a fama de incompetentes! Revele-se!- diz Tlatoc, com muita raiva
-Um matoran contra os Toa? Que ótimo! Sem ninguém para me atacar, então! Sou Takrah, Toa de fogo!- revela-se Takrah, enquanto se aproxima do Krakken, um de seus "amigos monstruosos".
Tlatoc não se conforma ao escutar que aquele ser era um Toa, ao se aproximar do Krakken, ele estava bem visível. Mas ele nem parecia ter uma máscara, ele tinha garras e três olhos, era mais orgânico do que mecânico, mesmo assustador para aquele matoran...

Parte 3: A máscara roubada

O mais assustador não eram nem o Takrah e nem o Krakken em si, mas o fato de que ambos buscavam o Matoran. E ele sabia o porquê. Tlaloc logo retira suas lâminas e corta o tentáculo do Krakken, e ao cair, sai correndo velozmente. Mas o Krakken o segue. Takrah continuava parado, rindo do matoran. Ele não tinha saída, e por pertencer a um grupo contra os Toa, os Toa estaríam nem aí se ele morresse.
O matoran corria com tanta insegurança que um buraco á sua frente nem foi visto. Pelo menos o buraco era muito pequeno, e o Krakken não poderia segurá-lo. Memso assim isso não o impedia de correr pelo túnel. O longo tentáculo do Krakken o seguia, mas até uma parte do túnel ele não o alcançaria. Logo, Tlaloc chega a um jardim zoológico abandonado na zona de Le Meson, através daquele túnel. O lugar inteiro estava encharcado, e insetos atrapalhavam a visão, pois voavam e eram muitíssimos.
Logo o matoran volta a sua atenção para um turaga:
-Turaga? Você é um turaga, não é?
-Sou- responde
-Já basta, odeio estas cenas de ter que pedir para você se revelar. Revele-se logo.- diz impacientemente Tlaloc
-Ok, pequeno matoran. Sou Xbalenque. Isso ajuda você?
-Sim. Você foi um velho toa da primeira equipe de Meson nui, amigo de Hunapu, pois não?
-Sim.
-E porque os Toa agora dizem que não há nenhum Turaga habitando a ilha?
-Pois sou um refugiado, não me conhecem. Estou em um exílio.
-Ah, sim, os Toa querem o poder só para eles, e nós matoran não podemos fazer nada.
-É claro que podem. Se não concordam com a lei de Mata nui, fujam da lei de Mata nui e criem a própria- responde o velho turaga
-Se um Toa estivesse aqui ele falaria que você não é sábio de dizer estas coisas
-E o Toa não seria sábio de me acusar de "não sábio".
-Hehehe, entendi.
-Já agora, matoran, o que você guarda aí?
-A máscara da sabedoria . Roubei da cidade de Kra Coatl enquanto eu espiava os Toa Iluvika.
-Roubou a máscara?- pergunta o Turaga com seriedade
-Sim...

Parte 4: Mais um...

-Olha, não devia ter feito isto. Deveria saber que máscaras assim serão procuradas por seres poderosos. Alguém está o seguindo?- pergunta o turaga
-Sim. Toa Takrah e o Krakken
-Takrha? Ele não é um Toa, não mais. Foi banido e preso em Kra Coat- responde o Turaga ao matoran Tlaloc
-Já foi um Toa? quando? e por que é que ele foi banido?
-Ele foi um Toa de fogo da segunda equipe de Meson nui. Ele foi simplesmente banido por ter quase destruído seu irmão, um Toa de gelo. E isso não é um ato de Toa, e nem de matoran, turaga ou o que for.- responde o turaga
-E o que ele é agora?- pergunta mais uma vez Tlaloc
-Um CentzonXcoa. Da Ordem de Apukon. Mas já não vamos mais falar no assunto, é muito perigoso.
Silenciosos, o matoran e o turaga caminham para um túnel secreto de uma parte abandonada em Le meson, e acabam por deparar com o Takrah mais uma vez:
-A máscara é minha!- diz ele, assustando o matoran
Sem muita saída, Xbalenque pega a máscara e em tentativa de distrair Takrah, ele a coloca em sua face. Um choque arde os olhos de Takrah e do matoran Tlaloc, Xbalenque recebera por completo a energia da máscara. O que se via ali então era que ele se tornou um toa:
-Um... Toa?- pergunta o matoran, surpreso
-Mas o que é isso? agora os turaga estãos e convertendo em Toa?- pergunta Takrah
Xbalenque olha a si mesmo, e cheio de dúvidas, o (ex) turaga corre de Takrah, e carrega consigo um matoran.
Takrah observa a cena e diz:
-Que covarde! Um toa com uma máscara tão poderosa acaba por fugir de mim? Ha ha ha! Não vai fugir do Krakken.
O Krakken, que é uma lula gigante biomecânica, ataca Xbalenque, mas este corta um de seus tentáculos com sua lança. Tentando despistar o Krakken, Xbalenque usa um pouco de seu pequeno pode de ar contido em sua forma, e joga vapor nos olhos do Krakken

Parte 5: A reunião dos turaga

Takrah e Krakken não conseguiram os encontrar, mas sabiam que aquela nãora a hora de os atacarem.
Xbalenque estava a partir daquele momento muito amedrontado com o que acontecera. Ele não achava que seria bem recebido pela república de Meson nui, e por isso nem queria aparecer pelo palácio de Meson nui. Já havia chego a madrugada, e ele via o Tlaloc cansado de tantas perseguições, portanto ele deixou Tlaloc em cima de uma árvore e partiu. "Eu sou um Toa? De novo? Isso não pode estar acontecendo!" pensava com ele mesmo.
Xbalenque então decidiu encontrar um velho amigo, e por isso partiu para a divisade Le meson e Ga meson. Ele foi muito rápido, e teve sorte de não ter sido visto por nenhum matoran. Lá ele encontra as ruínas do velho templo ao lado do novo templo. Ele então pula em uma cascata e encontra uma passagem secreta, onde ele só consegue chegar por ter apoiado sua lança entre duas rochas.
Atrás da cascata havia um vasto planalto na caverna, e riachos "corriam" por ali. Xbalenque se volta para a esquerda e enconntra seu velho amigo:
-Turaga! Está aí?- pergunta
-Turaga? hehehe, tu és um turaga também!- diz Nerakk
-Não agora. Não sei o que sou agora- responde Xbalenque
-Oh, claro. O que houve contigo?- pergunta Nerakk
-A máscara da sabedoria me transformou nisto
-Mas a máscara que você tem é uma Zatth! Não a Cegiboatl!
-Eu sei. Mudei a forma da minha máscara. Mas então, sabe o que sou agora?
-Um Toa não é de certeza, a não ser que você esteja com uma armadura adaptiva
-Não tenho. Sabes que odeio armaduras adaptivas. Da última vez que usei uma eu fiquei muito confuso, só pular a uma certa altura já apareceram jatos para atrapalhar a minha liberdade. Armaduras adaptivas são para fracotes.
-Hehe, de fato. Mas não atrapalham tanto quanto Proto máscars. Você não gostaria ter ma coisa viva no rosto, gostaria?
-Não, eu sei que você tem uma.
-É verdade, mas fazer o que se meu rosto é feito de luz?
-Entendo. Não gosto das mudanças que a Mão do Aporak quer empregar. Também não aprecio nada o poder dos Toa.
-ocê é muito sábio, eu diria. A lei de Mata nui pode muitas vezes não ser aplicável aos matoran e Toa, isso quando afeta a liberdade e real justiça. Não acha justo ter um líder, não é?
-É claro que não acho justo.
-Então, você não mudou nada a não ser na forma. Creio que a máscara lhe deu esta forma por alguma razão. Mesmo assim, é só você se acostumar...

Parte 6: A reunião dos matoran

Tlaloc viu que ele estava no topo de uma ávore, e que não havia ninguém próximo. Ele então viu o amanhecer, e pulou da árvore, caminhando para Onu meson. Ele não havia aparecido no encontro, e pensoou que o líder da rebelião matoran estaria raivoso com ele. Na metrópole de Onu meson, ele encontra um Gakrax a solta que o ataca. Tlatoc havia uma lâmina e o atacou também. Mas aquele Gakrax estava um pouco diferente de um Gakrax normal. Ele parecia mais um robô em termos de movimentos do que um ser biomecânico. Tlaloc acerta sua cabeça, e logo vê uma proto máscara grudada em uma parte de seu corpo. Ele estava sendo comandado. E alguém estava o espiando. Tlaloc corre velozmente para a parte subterrânea, mas ele se depara com uma dúzia de Fe matorans. Os doze o pararam e disseram:
-Você, Le matoran! O que faz aqui?
-Estou caminhando por Onu meson em busca de trocar comércio.
-Devia saber que Po meson é a central do comércio! Acho que você é mais um daqueles matorans perdidos que não gostam de Toa!- diz um Fe matoran
-É mesmo! Olhe ele neste cartaz!- diz o outro
Tlaloc viu o cartaz na mão do Fe matoran e ficou muito amedrontado. Seu grupo estava sendo perseguido. Os Toa estavam contra eles, e a qualquer momento eles seriam capturados. Tlaloc correu, correu, e escapou em um fluxo. Mas os Fe matorans iriam reportar de seu encontro ao Toa Akee, que estava pela região.
Tlaloc finalmente chegou á região que foi o encontro de seu grupo. Lá, Onurf o vê e diz:
-Tlaloc? Eu sei que deve estar se preocupando se estou com raiva de você, mas não se preocupe
-O quê? mas eu falte em um dia!
-Isso é bom. Todos nós sete estamos sendo perseguidos. E em breve seremos capturados pelos Toa. Acredita?
-Sim- responde Tlaloc
-Eu também. Mas sabe de uma coisa, se nós nos unirmos a eles e tentarmos os convencer de que deveria haver mais justiça com os matoran?- pergunta o Ko matoran Ofihek
-Pare de ser tolo, Ofihek!! Ou você acha que entre dois mil matorans, nós seis seríamos atendidos pelos Toa! Eu fui mutado ontem por um ataque de um Murdika enquanto os Toa comemoravam sua república!- responde o Ta matoran Onix.
-Onix? foi mutado? Argh, estes Toa não estão ligando para nós nem um pouco!- diz a Ga matoran Gakia
-O que nos importa agora são aliados. Em falta de Toa precisamos nos aliar a alguém- comenta o Po matoran Kondrok
-Quem?- pergunta Onurf, enquanto observava seu rahi Hupnax farejando alguma coisa...

Próximo capítulo:
Invasão!


Nota: Para não fazer muitos capítulos eu junto cada seis partes como um capítulo, por isso atualizo diariamente cada capítulo com uma parte. Também, desta vez farei um pouco diferente, estarei incluindo em cada capítulo uma pequena sinopse (resumo) sobre o que se passará. Qualquer comentário, podem dizer neste tópico. Espero que gostem Smile
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Última edição por Guiler717 dia Seg Ago 11, 2008 8:43 pm, editado 1 vezes
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Dom Ago 03, 2008 6:46 pm

CAPÍTULO SETE:
Invasão!


Sinopse: Em plena procura pelos Matoran renegados, os Toa de Meson nui se deparam em um momento de caos em uma tentativa de pôr ordem. Os Murdika invadem Meson nui e os Maverak, elite dos CentzonXcoa aparecem sigilosamente nas cidades

Parte 1: Ordem dos Toa

Hupanqui, como líder da república de Meson nui, se viu em uma situação delicada:
Impor ordem aos matoran sem causar desastres. Os sete membros da rebelião (um não é um matoran, mas é um rahi de outra espécie, chamado de Hupnax) estavam totalmente indignados com os Toa, e os Toa esperavam que essa indignação não se espalhasse. Hupanqui então divide cada Toa para "proteger" (se proteger significa atacar os inimigos dos matoran) Meson nui:
Em Po meson:
Toa Apolan protegeria o setor leste de Po Meson
Toa Aplok protegeria o setor oeste, no litoral
Em Ta Meson:
Toa Takhan protegeria o setor sul de Ta meson, onde residem os Ta matorans
Toa Omega protegeria o setor norte, onde residem os matorans de plasma
Em Ga Meson:
Toa Raalih protegeria o setor norte
Toa Talaxha protegeria o setor sul
Em Onu Meson:
Toa Akee protegera o setor Nordeste, onde residem os Fe Matoran
Toa Hupanqui protegeria o setor sudeste onde residem os Onu Matoran
Em Ko Meson:
Toa Korark protegeria os matorans de som
Toa Svakron protegeria os matorans de gelo
Em Le Meson:
Toa Bydurak protegeria a região leste
Toa Lemak protegeria a região oeste
E Toa Hunapu vagaria pela capital, o complexo da república, em busca de capturar qualquer inimigo dos Matoran. E também, como aliado dos Toa, Huitzilopochtli ficaria também pela capital, mas ele era responsável por comunicar qualquer irregularidade em Meson nui.
Hupanqui recebeu notícias da invasão dos Murdika e Maverak, mas tampouco sabia sobre o objetivo de ambos. Nesta tentativa de segurança aos Matoran e á própria república, os Toa não esperavam que houvesse existência de nenhum turaga. Mas Xbalenque e Nerakk, distantes da sociedade restante, tinham algo capaz de mudar todo o curso daquela república...

Parte 2: O cientista Ometochtli

Hupanqui estava á caminho de Onu Meson, mas antes passou pelo laboratório de Meson nui, na capital. Lá ele encontrou um Onu matoran arrumando algumas coisas bem estranhas, e perguntou:
-Você, Onu matoran! O que faz aqui? Deveria estar em Onu Meson, não acha?
-Sim. Mas estou aqui para algo mais importante, uma experiência que pode ajudar em muito a sociedade de Meson nui.- diz o Matoran
-É mesmo? O que é então?- pergunta Hupanqui
-Estou vendo se os Matorans podem mudar de elementos, e se todos os elementos tem propriedades semelhantes.
-Parece bem importante. Qual é o seu nome, matoran?
-Ometochtli
-Oh, ok, Ometochtli. Mas uma questão, você está fazendo testes perigosos ou não?
-Eu diria que alguns são um pouco. Mas só involvem algumas partesde matorans que se ofereceram para as pesquisas. Isso está de acordo com a lei, não está?
-Está sim. Mas saiba desde já que se você falhar vai ter de pagar pelo que causou.
-Sim, é claro. Acho que hoje mesmo acabarei estas pesquisas.
-Ótimo. Mas então vou indo embora. Tenho missões importantes
Hupanqui chega em Onu Meson e encontra Akee. Lá, Akee lhe diz:
-Hupanqui, vários Fe matorans noticiaram que alguns matorans da rebelião apareceram por aqui! Mas ningué capturou-os. Achas que eu deveria capturá-los?
-Não Akee. Devemos primeiro capturar os Maverak e Murdika, antes que os matoran se aliem a eles, e antes de que eles ataquem Meson nui. Falando nisso, algum Matoran lhe deu a notícia de ataques Murdika por aqui?
-Sim, Hupanqui. Hakrohrak, um Skakdi de fogo. Ele passou por auqi e queimou os controles dos fluxos. Por sorte não houveram acidentes.
-Ótimo. Só precisamos de mais pistas e aí derrotaremos ele facilmente. Mas uma pergunta, Akee. Você está se sentindo normal com esta proto máscara? Deves saber que Proto máscaras são fusões de Kanohi e Krana.
-Estou bem, esta máscara não tem partes de Krana vivo, eu acho.
-De qualquer modo, ataque os inimigos que encontrar.
Onu Meson estava a ponto de se tornar o mais desenvolvido distrito de Meson nui, e os matorans de lá não queriam perder esta autoriedade por ataques dos Murdika e Maverak.
Akee caminhou até a divisa de Onu Meson e Ta meson, e lá ele encontrou o Po matoran Kondrok, um dos membros da rebelião. Kondrok o avistou, e jogou um raio de poder elementar de pedra com suas lâminas de poder. Akee se defendeu com sua arma de laser, e contra atacou com um atirador de esferas:
-Matoran! deixe isso mais fácil! Aceite a justiça que nós Toa estamos colocando e não lute! Só assim não lutaremos contra vocês! Diz Akee
-A questão é que vocês não estão nos trazendo justiça!- Diz Kondrok, enquanto escapa usando suas lâminas como asas.
Akee o observa, e então reporta para Huitzilopochtli, qu e estava no centro de operações de Meson nui.
-Estes matorans não estão a perceber muito bem o que se passa por aqui, os Murdika e Maverak estão atacando, não os Toa. Comenta Huitzilopochtli com si mesmo.
Momentos depois, Huitzilopochtli recebe de um matoran uns equipamentos para o cientista Ometochtli, e parte para o centro de laboratórios.
Lá, Huitzilopochtli apenas vê um folheto com escritas e um buraco na parede. No folheto estava escrito:
"Consegui! Apesquisa mostrou que Onu Matorans e Fe Matorans tem a mesma propriedade de elementos devido á exposição que eles tem da região de Onu Meson! Assim como os Matoran de plasma e de fogo, ou de gelo e de som tem as mesmas propriedades elementares! Assinado por: Ometochtli"
O único fato estranho era o desaparecimento do cientista e o buraco da parede. Seria um ataque?
...

Parte 3: Reportagem ao conselho

Hupanqui estava bastante impressionado com o fato de que o matoran desapareceu do de repente, a mais ou menos uma hora depois de ter conversado com ele, e de que nem Huitzilopochtli e nem Hunapu avistaram o invasor. Aqueles momentos foram bastantes difíceis para ele. Inimigos como os Murdika e os sombrios Maverak haviam invadido a ilha e nem os 14 Toa conseguiam achá-los. Hupanqui quis então reforçar a ordem. Ele não estava nem um pouco a fim de dar armas aos matoran, até por que 14 Toa eram o suficiente para protegê-los em uma ilha. Ele então divide os 14 Toa em dois grupos:
A sociedade e o conselho. A sociedade Toa, com oito integrantes, eram os Toa mais inexperientes da ilha, e deveriam durante uma vez na semana se reunir no templo de Ta Meson, para discutir suas missões e dar informações sobre inimigos. Os Toa do conselho são seis, os mais experientes, que se reuniriam na torre da arena a cada uma vez na semana, com o objetivo de discussão geral sobre as missoões. Eis os toa da sociedade Toa:
Omega, Toa do fogo
Alfanuva, Toa da luz
Raalih, Toa da água
Korark, Toa do gelo
Akee, Toa da terra
Aplok, Toa da terra e da pedra
Bydurak, Toa do ar
Apolan, Toa da pedra
E o conselho Toa de Meson nui:
Hupanqui, Toa da terra e do ferro
Svakron, Toa do gelo
Lemak, Toa do ar
Takhan, toa do fogo
Thalaxa, toa da água
Hunapu, toa da pedra e da terra
Quando Hupanqui estatou esta ordem, todos os 14 haviam se reunido e aceitado a ordem (nem todos, mas a maioria). Huitzilopochtli é um aliado, mas não participa pois não é um Toa. A primeira semana com esta ordem passou, e estranhamente nenhum ataque ocorreu de novo. Hupanqui então reuniu o conselho. Mas a reunião foi interrompida por um matoran, Ofihek (que é um matoran da rebelião, mas inegavelmente um grande amigo de Svakron), que disse:
-Toa de Meson nui! Trago a vocês uma informação importante!
-Ofihek? Não estava contra nós Toa?- pergunta Lemak
-Estava. Abandonei a pouco a rebelião, u acho que ambos deveriam entrar em pazes e acordos. Falando nisso, eu pediria depois para que vocês solucionassem os problemas para os meus amigos da rebelião
-Uma trégua? Por mim tudo bem, atacar matorans não é uma atividade de Toa, nem mesmo se os matoran estejam nos atacando- diz Thalaxa
-Obrigado pela atenção. Já agora, comunico-vos sobre o fato de que há pelas bandas deo distrito de Le Meson um décimo quinto Toa. E boatos sobre um turaga.
-Um turaga?- pergunta sériamente Hupanqui, que passa a ter mais atenção no pequeno matoran de gelo...

Parte 4: Em busca do próximo Toa

Hupanqui ficou mais uma vez impressionado após a notícia, mas desta vez ele ficou um pouco com raiva. "O que vai acontecer se mais matorans descobrirem que um turaga passou por aqui? Vão querer que o turaga lidere a ilha? E já temos 15 Toa!" pensava ele. Mas então, Lemak se levanta de seu assento e diz:
-Proponho que eu busque este Toa, já que ele está em Le Meson! E o Turaga, também posso achá-lo. Alguém tem algo contra isso?- pergunta Lemak aos outros cinco Toa do conselho
-Não. Mas se o Toa Bydurak for procurá-lo? Ele está agora em Ta meson. Não seria mais rápido?- pergunta Svakron
-Hahaha! Não é á toa que eu estou no conselho no lugar dele. Ele não sai bem sucedido em muitas missões. Seria mais seguro que eu fosse.- diz Lemak
-Ok, se você acha isso, eu chego a concordar- diz Hupanqui
Lemak se dirige para o distrito de Le Meson, e voando com os jatos de sua armadura adaptiva, ele avista um pequeno problema. Um matoran estava a ponto de cair em uma zona perigosa do fluxo de protodermis, e por isso Lemak usa o poder de sua máscara, então ele pensa que iria chamar um Gukko (o poder de sua máscara é igual á da Zatth, apesar que a forma não é), mas acaba por chamar um outro ser. Um turaga
-O que?? Mas a minha máscara só chama Rahi! Eu pelo menos desconhecia o poder de chamar outros seres!- diz Lemak
O Turaga vê o matoran em perigo, e diz:
-Você! Não me parece um matoran normal. Seria você um Asergan?
-Ops, não sou não! Sou um matoran mesmo!- responde ele
Lemak logo avista o matoran um pouco melhor, e percebe que ele é seu amigo Itzamna. Com seu poder elementar de ar, ele salva o matoran, e chega próximo ao turaga.
-Você, me parece um turaga! É mesmo um?
-Sou, e meu nome é Nerakk.
-Olha, eu não conheço você, mas uns Toas por aí podem conhecer mais sobre a sua história. Já agora, você conhece um toa do ar vagando por aqui, que tem uma armadura adaptiva?
-Não- responde o Turaga com desânimo
-Ei, vocês não estão se referindo a mim, estão? É que sou bem diferente de um Toa com armadura adaptiva, apesar de que em forma pareço. Não me levem a mal, mas odeio armaduras adaptivas.- responde Xbalenque, revelando a si próprio ao Toa Lemak.
Lemak o observa, e fica cheio de dúvidas no momento. Mas ele havia cumprido sua missão...

Parte 5: Visita á torre de Meson nui

Lemak estava muito confuso ao ver Xbalenque. Ele era um Toa tão desconhecido, que Lemak nem imaginava o que os Matoran fariam ao vê-lo. Mas mesmo assim, Xbalenque não era um Toa. Estavam todos enganados a respeito. Primeiro, pois Xbalenque não tinha muito poder elementar, o poder elementar dele é equivalente ao de um turaga. Segundo, a máscara de Xbalenque, por mais que seja considerada lendária, não utiliza poder nenhum. E terceiro, por que a forma de Xbalenque só poderia ser obtida por um Toa se ele estivesse usando uma armadura adaptiva, e ele não está usando nenhuma armadura adaptiva. Mesmo assim, Lemak pensava que ele era um Toa.
Por vontade própria, Xbalenque e Nerakk decidem "enfrentar" o público de Meson nui, e caminham para a torre da arena de Meson nui, ao lado do palácio central.
Xbalenque, Lemak e Nerakk utilizam o elevador, subindo á sala do conselho, enquanto Itzamna foi se dirigindo de volta para Le Meson. Lemak estava mais uma vez surpreso, pois se tantas vezes nestes tempos os matoran reportam de ataques ocorrendo, e os próprios Toa não viam nada. Xbalenque e Nerakk aparecem no conselho, e logo são vistos pelos outros Toa. Hunapu, que há muito tempo atrás já foi da mesma equipe de Xbalenque, o reconhece e diz:
-Xbalenque, velho amigo! A quanto tempo, não? E você já se tornou um toa também!
-Olá, Hunapu! É bom vê-lo de novo, mas eu já digo que não sou um Toa- responde Xbalenque
-Não é um Toa? Explique-se melhor então, ser de espécie ainda desconhecida- interrompe Takhan
Xbalenque e Nerakk ficaram a tarde toda no conselho se explicando, até que os Toa do conselho chegam á conclusão de que Xbalenque não é um Toa. E sobre Nerakk, o conselho decidiu mantê-lo no palácio, tentando evitar de que algum Matoran o visse.
Xbalenque e Nerakk discordaram de ter de pertencer ás ordens da república, e ambos escaparam. Hupanqui estava vendo que seriam mais dois problemas para o bom andamento de Meson nui.
Hunapu notou que a máscara de Xbalenque era a máscara da sabedoria, que Huitzilopochtli guardou a tantos anos. Hunapu não tinha a intenção de contar ao Huitzilopochtli o acontecido, pois este estaria o nervoso o bastante para retirar a máscara de Xbalenque, e talvez matá-lo. Mas vendo do que se tratava, Takhan contou ao Huitzilopochtli. Inconformado, Huitzilopochtli vagou rumo á Le Meson, mas suas finalidades ainda eram desconhecidas. Farto dos problemas que a república estava sofrendo, Hupanqui encerrou o encontro do conselho e ordenou que cada Toa fosse para seu devido distrito.
Em meio a aqueles problemas, os Toa não conseguiam "ver" seus inimigos, os Maverak, e os Murdika, se infiltrando na sua ilha...

Parte 6: destruição em Ta Meson

Hupanqui não se importava mais com Xbalenque, Nerakk ou com os atorans da rebelião agora. A prioridade era encontrar e capturar seus verdadeiros inimigos. Takhan e Omega patrulhavam Ta meson, região em que muitos matorans noticiaram ataques de Murdika e Maverak, mas mesmo assim Takhan e Omega dificilmente os encontravam. Até que Omega parte para o norte, onde Takhan vigiava as fornalhas:
-Takhan,os matorans de plasma parecem todos seguros. Não há nenhum pequeno sinal de ataque por lá.
-Vou acreditar que você esteja certo, caso contrário, você estaria fugindo de sua missão. Mas se você tem certeza de que estão seguros, acho bom me ajudar por essas bandas- diz Takhan
Omega então pula para a parte debaixo do armazém próximo da fornalha, e observa se havia algum perigo por ali. Takhan voa por cima dos edifícios de cor rubra, enquanto a parte debaixo estava toda incoberta de fumaça. Takhan desconfia que abaixo havia muito silêncio, e ele decide investigar. Mas um ser branco e deformado sai voando e o ataca em cheio. Takhan resiste e usa seus lança-chamas no estranho.
O estranho estava queimando, mas ele se resfria, o que parecia é que ele tinha poder de gelo.
Takhan o vê com clareza mas não chega a perceber quem era aquele ser, até se revelar:
-Toa! É uma honra me revelar, pois de qualquer jeito nenhum Toa vai me parar por aqui! Meu nome é Malfaktrix e eu sou um experiente guerreiro na arte da caça pelos ares e pelo fogo, e isso você deve ter notado- diz
-Malfaktrix? Você é um Murdika?- pergunta Takhan
-Não diga estas coisas profanas, Toa! Eu sou um Maverak, ou seja, um membro da elite dos CentzonXcoa- responde
Takhan não percebe, mas sendo de qualquer jeito um inimigo dos matoran, Takhan o ataca, usando seu atirador de discos supremo. Malfaktrix esquiva-se do golpe, e o disco passa direto, mas retorna ao Malfaktrix, pois o disco segue a temperatura gelada. Malfaktrix tem poder de gelo, e por isso ele é o mais frio em Ta Meson, para sua sorte.
Malfaktrix tem também uma misteriosa habilidade de vôo, que não se deve só pela impulsão que ele exerce.
Takhan o segue rapidamente, mas ele não tem o pique suficiente para continuar á longa distância. De qualquer modo, o disco de Takhan estava bem próximo de chegar ao seu alvo...


Última edição por Guiler717 dia Seg Ago 11, 2008 10:17 pm, editado 1 vezes
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MensagemAssunto: Re: O Destino de Meson nui   Qua Ago 06, 2008 9:48 pm

CAPÍTULO OITO:
Ataques em Ta-Meson


Sinopse: Os Toa estavam a encontrar os seus inimigos, mas em muitos casos os poderese dos Toa não foram o suficiente para destruí-los. Meson nui era agora uma terra de disputas, e o destino dos matorans depende das batalhas que viriam a seguir, se iniciando por Ta-Meson...

Parte 1: O golpe de Malfaktrix

Em meio ás fumaças debaixo, Malfaktrix se esconde e se transforma, através de mais um de seus poderes especiais.
Takhan voa rasteiro, e vê então Toa Omega sendo perseguido pelo seu disco. Desesperado, Takhan desativa o disco com um controle sobre ele, e diz ao Omega:
-Omega! Com certeza você viu um sujeito branco estranho por aqui, o mesmo disco te perseguindo estava o persegunido!
-É, eu vi, ele foi a aquela direção- diz Omega, apontando para o oeste
-Obrigado!- Diz Takhan, a ponto de se voltar para o oeste
Mas Takhan fica com suas asas e armas congeladas, antes mesmo de levantar vôo. O astuto Malfaktrix, com poder de se transformar, se torna um outro Omega e engana Takhan. Sem dúvida não é só este formidável inimigo que estava naquele momento atacando Meson nui.
Takhan estava com raiva, e jogando suas armas congeladas, ele corre em direção ao alfaktrix e usa seu poder de fogo. As propriedades químicas de fogo e gelo estavam sendo testadas em seu limite naquela batalha.
Takhan se esquiva um pouco, e alcança Malfaktrix, tendo uma distância o suficiente para chutá-lo.
Mas Malfaktrix, que é muito ágil, revida o golpe com uma de suas lâminas -geradas de sua mutação-
e pega em cheio a máscara de Takhan. Sem máscara, Takhan perde mais ainda o controle de si mesmo, e joga um fortíssimo raio de fogo, que não permite Malfaktrix escapar nem de longe.
Enquanto isso, próximo ás fornalhas, Omega estava com um outro inimigo perigoso se aproximando...

Parte 2: Murdika!

Omega avistou ao pé de uma fornalha uma estranha substância, que se assemelhava a protodermis líquido. Omega chegou perto para examinar, mas ele se vira e vê uma rajada de fogo para o acertar. Omega se esquiva, mas ele cai direto á fornalha. Com sua garra tripla de proto-aço, ele se pendura em uma haste, e o fogo fica aos seus pés. Omega vê acima, e lá estava um inimigo conhecido. Martik Nor.
-Murdika! Finalmente te encontrei aqui em Meson nui! O que planeja aqui? Devias saber que Meson nui está protegida por 14 Toa!- diz Omega, tentando se levantar.
-14 Toa? E nenhum dá conta de um inimigo, que triste. Aliás, por que você usou a palavra "proteger", se vocês atacam qualquer um que invade Meson nui?- pergunta Martik nor
-O ataque é a melhor defesa, Murdika!- diz Omega, já levantado
-Então os meus ataques só serviram para me defender, será uma boa causa atacar você, Ok?- ri-se Martik Nor, ao mesmo tempo que lança uma esfera á direção de Omega
Omega não pôde se esquivar desta, e logo caiu ao chão, mas estava consciente. Ele, com uma armadura adaptiva, consegue forças além de seu potencial natural, e começa a lançar tiros de seu Cordak blaster.
Martik Nor nem precisou se esquivar, só mesmo com seu poder (jogar gases venenosos ou envenenar coisas com sua arma) já derrubou os seis tiros ao chão.
O gás putrefato interfere na respiração de Omega, e sua armadura adaptável logo o reanima. Omega corre, um pouco tonto, mas ao se esconder de Martik Nor, ele lança um raio de fogo em sua direção.
Muito rapidamente, Martik Nor lança raios de seus olhos (como qualquer outro Skakdi guerreiro) para combater o fogo, e lança um outro raio de fogo (todos os Murdika tem uma fração de poder elementar do fogo) que explode uma usina próxima dali.
A fumaça aumenta, e os matoran que trabalhavam acima estavam em perigo de acidentes. Omega se dirige ao alto, e ao chegar no terraço das fornalhas, ele g